Conhecendo um pouco mais sobre Edênia Garcia e Fabiana Sugimori
Rede Saci
05/08/2011
Em uma conversa com as atletas da natação paraolímpica Edênia Garcia e Fabiana Sugimori, Adriana Lage nos mostra um pouco do universo das atletas de alto rendimento
Adriana Lage
Aproveitando a realização da 1ª Etapa Nacional do Circuito Caixa Brasil Paraolímpico no próximo final de semana em São Paulo, o texto de hoje será sobre duas estrelas
da natação paraolímpica: Edênia Garcia e Fabiana Sugimori. Como sou fã das duas, fica um pouco difícil ser imparcial. Mesmo com as limitações impostas pela deficiência,
superaram todos os obstáculos (que com certeza não foram poucos) escrevendo com muito esforço, dedicação e talento, seus nomes na história do esporte paraolímpico.
Edênia continua brilhando pelas piscinas representando nosso país. Fabiana, infelizmente, abandonou o esporte no final de 2008.
Edênia é uma bela cadeirante de 24 anos, atleta de alto-rendimento, que possui Polineuropatia Sensitiva Motora (patologia hereditária cujos primeiros sintomas apareceram
quando tinha três anos de idade). É da classe S4 e suas principais provas são os 200m, 100m e 50m livre e os 50m costas. Fabiana possui retinopatia da prematuridade.
Desde pequenininha, essa mulher poderosa já mostrava sua força. Nasceu no sexto mês de gestação e teve sua deficiência descoberta aos três meses de idade. Hoje,
aos 30 anos, esbanja simpatia por onde passa e está construindo uma carreira fora das piscinas. Na época em que era atleta, era da classe S11 e tinha como melhor
prova os 50m livre.
A seguir, uma entrevista que fiz com as duas para que possam conhecer um pouco mais sobre a história dessas meninas poderosas:
Como a natação entrou nas suas vidas? Suas famílias sempre te incentivaram no esporte? Quais foram as principais dificuldades enfrentadas por vocês no início da
carreira?
EG: A natação entrou como forma de tratamento e uma melhora na qualidade de vida. Minha família na verdade é mais um dos motivos que me inspiram a treinar todos
os dias e querer ser uma atleta melhor e uma pessoa melhor. Minhas principais dificuldades, no início da minha carreira, foram financeiras: tinha que pegar quatro
ônibus por dia para chegar até os treinos diários. Hoje, essa dificuldade não enfrento mais. Graças a Deus!
FS: Comecei frequentar a Pró-Visão (Instituição onde fui alfabetizada) com três anos de idade. Na época, uma academia (Academia Catarina) disponibilizava o espaço
para que pudéssemos fazer atividades físicas, inclusive aprender a nadar. Então comecei a nadar somente para um aprendizado. Acabei gostando e seguindo carreira.
O apoio de minha família foi fundamental para que eu conseguisse chegar aonde cheguei. Quanto a dificuldades, difícil falar, pois a vida de nós deficientes é uma
luta diária. Mas o importante é termos força de vontade, sermos persistentes e ir quebrando as barreiras que são colocadas em nosso caminho no dia a dia.
Quais os principais títulos conquistados?
EG: Tricampeã mundial nos 50m costas, bicampeã parapan americana nos 50m costas, medalhista paraolímpica (prata em Atenas 2004 e bronze em Pequim 2008), melhor
atleta paraolímpica em 2010 pelo COB e Superar e a primeira paraolímpica a se tornar tricampeã mundial.
FS: Bom, os principais títulos são: campeã brasileira de 1992 a 2008, campeã pan americana em 1995, 1999, 2001, 2003, 2005, 2007, bi campeã mundial (2002 e 2006),
bi campeã paraolímpica (2000 e 2004). Em 2004, além de ter conquistado o ouro, bati o recorde mundial da prova dos 50m livre. Fui recordista até 2008 na paraolimpíada
de Pequim onde conquistei o bronze.
Ainda nem sonhava em me tornar nadadora e já acompanhava vocês na seleção brasileira. Qual foi seu momento mais inesquecível na sua carreira de atleta?
EG: Muito obrigada pelo carinho de sempre Adriana. Bom os momentos são muitos, mas vou tentar citar alguns: um deles foi quando falei ao vivo pelo canal Sportv
com minha mãe logo depois de ganhar minha segunda medalha paraolímpica em Pequim (2008). Nós chorávamos muito isso por que não esperávamos uma medalha em uma prova
em que não era favorita. Outro grande momento foi quando me tornei tricampeã mundial, ano passado, no mundial da Holanda. Mas, sem dúvidas, o que mais me arrepiei
foi quando soube pelo diretor técnico do CPB, Edilson Alvez (Tubiba), que eu havia aberto uma vaga para a natação em Londres pelo meu ouro no mundial e que minha
principal prova, os 50m costas estariam no programa de Londres. Também fiquei muito feliz. Como falei são muitos. Um ápice foi ser eleita, por voto popular, como
a melhor atleta paraolímpica de 2010 e pelo CPB juntamente com o COB em 2010.
FS: Com certeza, quando ganhei a medalha de ouro em Sidney. Foi um momento em que quase ninguém acreditava que eu pudesse ganhá-la, inclusive foi uma surpresa para
mim. Sonhava em tentar uma medalha de bronze pelo menos, mas sabia que aquela prova era muito disputada. De repente, recebo a notícia que venci a prova! Imagine
minha alegria. Parecia um sonho.
Qual a sensação de representar seu país em provas internacionais?
EG: É um sentimento muito gostoso: você se sente importante para uma nação e sabe que o que você faz se reflete em outras pessoas. Por isso sempre busco dar exemplos
positivos. Sei o quanto outros atletas foram importantes para mim e isso me faz uma pessoa melhor.
FS: É muito emocionante representar o país internacionalmente. É uma sensação única e uma responsabilidade muito grande, pois estamos representando milhares de
brasileiros que acreditam em nós.
Para se ter sucesso em algo, é preciso dedicação e persistência. Sabemos que a vida de atleta exige muito empenho e alguns sacrifícios. Vocês conseguem (iam) conciliar
a natação com os estudos, namoro, trabalho, lazer, etc.?
EG: Fiz 11 anos de natação paraolímpica e sei bem o que tive que abrir mão para continuar como favorita por tantos anos. É muitos difícil abrir mão de algo importante
na vida, e, infelizmente, não podemos ser o favorito em tudo. Hoje, sei como conciliar meus horários, namorar, estudar e ter um lazer fora do meu trabalho que é
a natação; é bem mais fácil. Quando amamos o que fazemos tudo fica mais fácil de organizar.
FS: Realmente a vida de atleta não é fácil, muitas vezes temos que abrir mão de fazer determinadas coisas. Mas temos que ter nossa hora de lazer também, senão ninguém
aguenta. No meu caso, consegui sim, graças a Deus, conciliar a natação com os estudos. Até 2002, ano em que me formei em relações públicas, dividia meu tempo em
treinos e estudos, e ,quando tinha fins de semanas sem competição, saia com amigos e família para me divertir também. Após ter me formado, aí sim fiquei me dedicando
somente a natação, mas sempre procurando um tempinho para as horas de lazer.
É notório que o esporte traz uma série de benefícios para todas as pessoas e, especialmente, para aquelas com alguma deficiência. Como o esporte modificou suas
vidas?
EG: Primeiramente, o esporte me trouxe uma qualidade de vida muito melhor do que eu teria se não praticasse atividade física. Depois de toda uma parte de saúde,
o esporte me proporcionou conhecer outras realidades e me fez crescer muito.
FS: Com certeza o esporte trás muitos benefícios para nossa saúde, independentemente de sermos deficientes ou não, mas para mim, através dele tive a oportunidade
de viajar, conhecer pessoas, realizar sonhos, representar o país e viver momentos únicos no esporte.
O que vocês diriam às pessoas com deficiência que ainda não praticam esporte?
EG: Que procurem algo para buscar sua felicidade, sempre. Pode ser através do esporte, dos estudos ou de qualquer outro hobby. O importante é ser feliz e ter uma
família que você possa amar e respeitar ao seu redor.
FS: Eu diria para que estas pessoas procurem algum esporte que sintam prazer em praticar. Não necessariamente para competir, mas para terem uma vida mais saudável.
E, caso se interesse em competir, claro que todos querem vencer, mas o importante nem sempre é vencer, mas sim superar cada dia seus próprios limites.
Sabemos que as pessoas com deficiência começaram a ganhar visibilidade em nosso país há poucos anos. Na opinião de vocês, quais os principais problemas enfrentados
pelos cadeirantes e cegos em nosso país?
EG: Primeiramente, o preconceito que ainda existe em nossa cultura. Em segundo, o da acessibilidade que é ainda muito precária no Brasil. Mas acredito que tudo
está melhorando. E isso se deve em parte ao trabalho do esporte paraolímpico no Brasil. Acredito muito que o esporte paraolímpico seja um dos protagonistas nessa
evolução.
FS: O problema que vejo ainda hoje no Brasil, não só em relação a nós deficientes visuais, mas em relação a todo tipo de deficiência, é que as pessoas não têm informações
e não sabem lidar conosco. A maioria das pessoas ainda vê os deficientes como coitados, e não como pessoas que tem vontades, sonhos e capacidade de fazer muitas
coisas.
As pessoas com deficiência ainda não tem seus direitos plenamente respeitados em nosso país. E, mesmo assim, o Brasil está entre as potências do esporte paraolímpico.
Vocês acreditam que as Paraolimpíadas de 2016 ajudarão na valorização das pessoas com deficiência em nosso país?
EG: Acredito plenamente na palavra "respeito" e por isso creio que estamos em uma evolução constante em nosso Brasil. Muitas coisas estão mudando. É como sempre
falo: a informação é tudo e se falar que as paraolimpíadas de 2016 não vão ajudar, vão sim. É fato que o brasileiro vai ficar cara a cara com pessoas suando a camisa
nos cenários de disputa e isso vai ajudar no respeito para com a pessoa com deficiência.
FS: Quando teve o Parapan, em 2007, muitas pessoas puderam conhecer um pouco mais sobre o esporte paraolímpico e muitas mudaram seu pensamento em relação aos deficientes.
Mas ainda temos um longo caminho pela frente. Acredito que em 2016, com a realização das paraolimpíadas, mais um passo será dado.
Vocês são mulheres jovens, bonitas e muito simpáticas. Sou fã de vocês e as considero umas guerreiras. Afinal, em suas carreiras de atleta, nos deram vários exemplos
de superação. Quais são seus planos para o futuro?
EG: Essa palavra "futuro" é uma coisa que procuro não pensar tanto. Sempre fui de esperar bem quietinha e fazer a minha parte da melhor forma possível. Mas vamos
lá. rsrs... No futuro, quero continuar no esporte; não como atleta, mas como uma pessoa que possa ajudar outras com minha história e quem sabe dando oportunidades
semelhantes as que me foram dadas. Quero muito ser mãe e continuar uma vida saudável. No geral, quero ser para os outros como tantas pessoas do bem que encontrei
no meu caminho e ser uma mãe tão boa como minha mãe foi. Bom é isso... Aqui vocês vão conhecer uma Edênia Garcia como poucos conheceram... rsrs. Que Deus abençoe
todos!
FS: Como atleta, estou realizada; conquistei todos os títulos que um atleta sonha, agora é pensar em conseguir me realizar profissionalmente e, como toda mulher,
sonho em casar, ter filhos, etc.
Perguntinha inevitável: Fabiana, por que decidiu abandonar sua carreira de atleta? Ainda pratica algum esporte?
FS: Essa é uma pergunta que todos me fazem. Por mais que seja uma decisão difícil, nós atletas precisamos saber a hora de parar. Pensei muito antes de tomar essa
decisão, mas fui amadurecendo esta idéia aos poucos. Tem uma música que gosto muito da letra. É de um vídeo que o Comitê Paraolímpico produziu em 2000 para a divulgação
da Paraolimpíada de Sidney (campeão). Tem uma parte que fala o seguinte: “O que se escreve na história não dá pra apagar”. Concordo, pois cada um tem momentos únicos.
Por mais que outras pessoas se destaquem, ganhem medalhas, nem um momento será igual aos nossos. O que foi feito fica pra sempre na história. O tempo passa, surgem
pessoas mais jovens, então, melhor parar enquanto estamos no auge para que possamos ser lembrados com uma imagem positiva. Quando tudo está bem, a mídia nos divulga.
Mas, nas horas difíceis, infelizmente nos derruba. Atualmente não pratico nem um esporte.
Deixo aqui meus agradecimentos a essas meninas fantásticas e admiráveis. Se isso é possível, fiquei ainda mais fã de vocês. Desejo à Edênia, muita saúde e força
para que continue sempre brilhando e encantando por onde passa. À Fabiana, desejo tudibão e muito sucesso em sua nova carreira. E, quem sabe, que reconsidere sua
aposentadoria das piscinas (rsrsrs). Que Santo Antônio e São José as ajudem a encontrar excelentes companheiros (no meu caso, já apelei pra Santa Rita de Cássia
- Santa das Causas Impossíveis) e que possam realizar o sonho da maternidade sendo sempre muito felizes.
Mais informações sobre as duas podem ser encontradas no site do CPB (www.cpb.org.br) e em seus blogs:
www.fabianasugimori.blogspot.com
http://edeniagarcia.blogspot.com/
Quem mora em Sampa, não deixe de conferir as provas de natação, atletismo e halterofilismo da 1ª Etapa Nacional do Circuito Caixa, que acontecem nos dias 6 e 7
de agosto. É difícil participar ou assistir a um evento desses sem sair de lá dando mais valor à vida e às pequenas coisas que possuímos e conquistamos ao longo
do caminho. Os exemplos de superação são fantásticos! Ficarei na torcida pelos meus amigos da AAISR, especialmente Adriano, Tainara e Mirian. Boa sorte a todos.
Horários:
Sábado das 8h às 12h e das 14h às 18h. Domingo das 8h às 12h
Locais:
Atletismo e Halterofilismo
Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa – COTP
Av. Ibirapuera, 1315 – Moema
Natação
Sport Club Corinthians Paulista
R. São Jorge 777 – Parque São Jorge - Tatuapé
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Conhecendo um pouco mais sobre Edênia Garcia e Fabiana Sugimori
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Fabiana Sugimori,
natação
Conhecendo um pouco mais sobre Edênia Garcia e Fabiana Sugimori
Conhecendo um pouco mais sobre Edênia Garcia e Fabiana Sugimori
Rede Saci
05/08/2011
Em uma conversa com as atletas da natação paraolímpica Edênia Garcia e Fabiana Sugimori, Adriana Lage nos mostra um pouco do universo das atletas de alto rendimento
Adriana Lage
Aproveitando a realização da 1ª Etapa Nacional do Circuito Caixa Brasil Paraolímpico no próximo final de semana em São Paulo, o texto de hoje será sobre duas estrelas
da natação paraolímpica: Edênia Garcia e Fabiana Sugimori. Como sou fã das duas, fica um pouco difícil ser imparcial. Mesmo com as limitações impostas pela deficiência,
superaram todos os obstáculos (que com certeza não foram poucos) escrevendo com muito esforço, dedicação e talento, seus nomes na história do esporte paraolímpico.
Edênia continua brilhando pelas piscinas representando nosso país. Fabiana, infelizmente, abandonou o esporte no final de 2008.
Edênia é uma bela cadeirante de 24 anos, atleta de alto-rendimento, que possui Polineuropatia Sensitiva Motora (patologia hereditária cujos primeiros sintomas apareceram
quando tinha três anos de idade). É da classe S4 e suas principais provas são os 200m, 100m e 50m livre e os 50m costas. Fabiana possui retinopatia da prematuridade.
Desde pequenininha, essa mulher poderosa já mostrava sua força. Nasceu no sexto mês de gestação e teve sua deficiência descoberta aos três meses de idade. Hoje,
aos 30 anos, esbanja simpatia por onde passa e está construindo uma carreira fora das piscinas. Na época em que era atleta, era da classe S11 e tinha como melhor
prova os 50m livre.
A seguir, uma entrevista que fiz com as duas para que possam conhecer um pouco mais sobre a história dessas meninas poderosas:
Como a natação entrou nas suas vidas? Suas famílias sempre te incentivaram no esporte? Quais foram as principais dificuldades enfrentadas por vocês no início da
carreira?
EG: A natação entrou como forma de tratamento e uma melhora na qualidade de vida. Minha família na verdade é mais um dos motivos que me inspiram a treinar todos
os dias e querer ser uma atleta melhor e uma pessoa melhor. Minhas principais dificuldades, no início da minha carreira, foram financeiras: tinha que pegar quatro
ônibus por dia para chegar até os treinos diários. Hoje, essa dificuldade não enfrento mais. Graças a Deus!
FS: Comecei frequentar a Pró-Visão (Instituição onde fui alfabetizada) com três anos de idade. Na época, uma academia (Academia Catarina) disponibilizava o espaço
para que pudéssemos fazer atividades físicas, inclusive aprender a nadar. Então comecei a nadar somente para um aprendizado. Acabei gostando e seguindo carreira.
O apoio de minha família foi fundamental para que eu conseguisse chegar aonde cheguei. Quanto a dificuldades, difícil falar, pois a vida de nós deficientes é uma
luta diária. Mas o importante é termos força de vontade, sermos persistentes e ir quebrando as barreiras que são colocadas em nosso caminho no dia a dia.
Quais os principais títulos conquistados?
EG: Tricampeã mundial nos 50m costas, bicampeã parapan americana nos 50m costas, medalhista paraolímpica (prata em Atenas 2004 e bronze em Pequim 2008), melhor
atleta paraolímpica em 2010 pelo COB e Superar e a primeira paraolímpica a se tornar tricampeã mundial.
FS: Bom, os principais títulos são: campeã brasileira de 1992 a 2008, campeã pan americana em 1995, 1999, 2001, 2003, 2005, 2007, bi campeã mundial (2002 e 2006),
bi campeã paraolímpica (2000 e 2004). Em 2004, além de ter conquistado o ouro, bati o recorde mundial da prova dos 50m livre. Fui recordista até 2008 na paraolimpíada
de Pequim onde conquistei o bronze.
Ainda nem sonhava em me tornar nadadora e já acompanhava vocês na seleção brasileira. Qual foi seu momento mais inesquecível na sua carreira de atleta?
EG: Muito obrigada pelo carinho de sempre Adriana. Bom os momentos são muitos, mas vou tentar citar alguns: um deles foi quando falei ao vivo pelo canal Sportv
com minha mãe logo depois de ganhar minha segunda medalha paraolímpica em Pequim (2008). Nós chorávamos muito isso por que não esperávamos uma medalha em uma prova
em que não era favorita. Outro grande momento foi quando me tornei tricampeã mundial, ano passado, no mundial da Holanda. Mas, sem dúvidas, o que mais me arrepiei
foi quando soube pelo diretor técnico do CPB, Edilson Alvez (Tubiba), que eu havia aberto uma vaga para a natação em Londres pelo meu ouro no mundial e que minha
principal prova, os 50m costas estariam no programa de Londres. Também fiquei muito feliz. Como falei são muitos. Um ápice foi ser eleita, por voto popular, como
a melhor atleta paraolímpica de 2010 e pelo CPB juntamente com o COB em 2010.
FS: Com certeza, quando ganhei a medalha de ouro em Sidney. Foi um momento em que quase ninguém acreditava que eu pudesse ganhá-la, inclusive foi uma surpresa para
mim. Sonhava em tentar uma medalha de bronze pelo menos, mas sabia que aquela prova era muito disputada. De repente, recebo a notícia que venci a prova! Imagine
minha alegria. Parecia um sonho.
Qual a sensação de representar seu país em provas internacionais?
EG: É um sentimento muito gostoso: você se sente importante para uma nação e sabe que o que você faz se reflete em outras pessoas. Por isso sempre busco dar exemplos
positivos. Sei o quanto outros atletas foram importantes para mim e isso me faz uma pessoa melhor.
FS: É muito emocionante representar o país internacionalmente. É uma sensação única e uma responsabilidade muito grande, pois estamos representando milhares de
brasileiros que acreditam em nós.
Para se ter sucesso em algo, é preciso dedicação e persistência. Sabemos que a vida de atleta exige muito empenho e alguns sacrifícios. Vocês conseguem (iam) conciliar
a natação com os estudos, namoro, trabalho, lazer, etc.?
EG: Fiz 11 anos de natação paraolímpica e sei bem o que tive que abrir mão para continuar como favorita por tantos anos. É muitos difícil abrir mão de algo importante
na vida, e, infelizmente, não podemos ser o favorito em tudo. Hoje, sei como conciliar meus horários, namorar, estudar e ter um lazer fora do meu trabalho que é
a natação; é bem mais fácil. Quando amamos o que fazemos tudo fica mais fácil de organizar.
FS: Realmente a vida de atleta não é fácil, muitas vezes temos que abrir mão de fazer determinadas coisas. Mas temos que ter nossa hora de lazer também, senão ninguém
aguenta. No meu caso, consegui sim, graças a Deus, conciliar a natação com os estudos. Até 2002, ano em que me formei em relações públicas, dividia meu tempo em
treinos e estudos, e ,quando tinha fins de semanas sem competição, saia com amigos e família para me divertir também. Após ter me formado, aí sim fiquei me dedicando
somente a natação, mas sempre procurando um tempinho para as horas de lazer.
É notório que o esporte traz uma série de benefícios para todas as pessoas e, especialmente, para aquelas com alguma deficiência. Como o esporte modificou suas
vidas?
EG: Primeiramente, o esporte me trouxe uma qualidade de vida muito melhor do que eu teria se não praticasse atividade física. Depois de toda uma parte de saúde,
o esporte me proporcionou conhecer outras realidades e me fez crescer muito.
FS: Com certeza o esporte trás muitos benefícios para nossa saúde, independentemente de sermos deficientes ou não, mas para mim, através dele tive a oportunidade
de viajar, conhecer pessoas, realizar sonhos, representar o país e viver momentos únicos no esporte.
O que vocês diriam às pessoas com deficiência que ainda não praticam esporte?
EG: Que procurem algo para buscar sua felicidade, sempre. Pode ser através do esporte, dos estudos ou de qualquer outro hobby. O importante é ser feliz e ter uma
família que você possa amar e respeitar ao seu redor.
FS: Eu diria para que estas pessoas procurem algum esporte que sintam prazer em praticar. Não necessariamente para competir, mas para terem uma vida mais saudável.
E, caso se interesse em competir, claro que todos querem vencer, mas o importante nem sempre é vencer, mas sim superar cada dia seus próprios limites.
Sabemos que as pessoas com deficiência começaram a ganhar visibilidade em nosso país há poucos anos. Na opinião de vocês, quais os principais problemas enfrentados
pelos cadeirantes e cegos em nosso país?
EG: Primeiramente, o preconceito que ainda existe em nossa cultura. Em segundo, o da acessibilidade que é ainda muito precária no Brasil. Mas acredito que tudo
está melhorando. E isso se deve em parte ao trabalho do esporte paraolímpico no Brasil. Acredito muito que o esporte paraolímpico seja um dos protagonistas nessa
evolução.
FS: O problema que vejo ainda hoje no Brasil, não só em relação a nós deficientes visuais, mas em relação a todo tipo de deficiência, é que as pessoas não têm informações
e não sabem lidar conosco. A maioria das pessoas ainda vê os deficientes como coitados, e não como pessoas que tem vontades, sonhos e capacidade de fazer muitas
coisas.
As pessoas com deficiência ainda não tem seus direitos plenamente respeitados em nosso país. E, mesmo assim, o Brasil está entre as potências do esporte paraolímpico.
Vocês acreditam que as Paraolimpíadas de 2016 ajudarão na valorização das pessoas com deficiência em nosso país?
EG: Acredito plenamente na palavra "respeito" e por isso creio que estamos em uma evolução constante em nosso Brasil. Muitas coisas estão mudando. É como sempre
falo: a informação é tudo e se falar que as paraolimpíadas de 2016 não vão ajudar, vão sim. É fato que o brasileiro vai ficar cara a cara com pessoas suando a camisa
nos cenários de disputa e isso vai ajudar no respeito para com a pessoa com deficiência.
FS: Quando teve o Parapan, em 2007, muitas pessoas puderam conhecer um pouco mais sobre o esporte paraolímpico e muitas mudaram seu pensamento em relação aos deficientes.
Mas ainda temos um longo caminho pela frente. Acredito que em 2016, com a realização das paraolimpíadas, mais um passo será dado.
Vocês são mulheres jovens, bonitas e muito simpáticas. Sou fã de vocês e as considero umas guerreiras. Afinal, em suas carreiras de atleta, nos deram vários exemplos
de superação. Quais são seus planos para o futuro?
EG: Essa palavra "futuro" é uma coisa que procuro não pensar tanto. Sempre fui de esperar bem quietinha e fazer a minha parte da melhor forma possível. Mas vamos
lá. rsrs... No futuro, quero continuar no esporte; não como atleta, mas como uma pessoa que possa ajudar outras com minha história e quem sabe dando oportunidades
semelhantes as que me foram dadas. Quero muito ser mãe e continuar uma vida saudável. No geral, quero ser para os outros como tantas pessoas do bem que encontrei
no meu caminho e ser uma mãe tão boa como minha mãe foi. Bom é isso... Aqui vocês vão conhecer uma Edênia Garcia como poucos conheceram... rsrs. Que Deus abençoe
todos!
FS: Como atleta, estou realizada; conquistei todos os títulos que um atleta sonha, agora é pensar em conseguir me realizar profissionalmente e, como toda mulher,
sonho em casar, ter filhos, etc.
Perguntinha inevitável: Fabiana, por que decidiu abandonar sua carreira de atleta? Ainda pratica algum esporte?
FS: Essa é uma pergunta que todos me fazem. Por mais que seja uma decisão difícil, nós atletas precisamos saber a hora de parar. Pensei muito antes de tomar essa
decisão, mas fui amadurecendo esta idéia aos poucos. Tem uma música que gosto muito da letra. É de um vídeo que o Comitê Paraolímpico produziu em 2000 para a divulgação
da Paraolimpíada de Sidney (campeão). Tem uma parte que fala o seguinte: “O que se escreve na história não dá pra apagar”. Concordo, pois cada um tem momentos únicos.
Por mais que outras pessoas se destaquem, ganhem medalhas, nem um momento será igual aos nossos. O que foi feito fica pra sempre na história. O tempo passa, surgem
pessoas mais jovens, então, melhor parar enquanto estamos no auge para que possamos ser lembrados com uma imagem positiva. Quando tudo está bem, a mídia nos divulga.
Mas, nas horas difíceis, infelizmente nos derruba. Atualmente não pratico nem um esporte.
Deixo aqui meus agradecimentos a essas meninas fantásticas e admiráveis. Se isso é possível, fiquei ainda mais fã de vocês. Desejo à Edênia, muita saúde e força
para que continue sempre brilhando e encantando por onde passa. À Fabiana, desejo tudibão e muito sucesso em sua nova carreira. E, quem sabe, que reconsidere sua
aposentadoria das piscinas (rsrsrs). Que Santo Antônio e São José as ajudem a encontrar excelentes companheiros (no meu caso, já apelei pra Santa Rita de Cássia
- Santa das Causas Impossíveis) e que possam realizar o sonho da maternidade sendo sempre muito felizes.
Mais informações sobre as duas podem ser encontradas no site do CPB (www.cpb.org.br) e em seus blogs:
www.fabianasugimori.blogspot.com
http://edeniagarcia.blogspot.com/
Quem mora em Sampa, não deixe de conferir as provas de natação, atletismo e halterofilismo da 1ª Etapa Nacional do Circuito Caixa, que acontecem nos dias 6 e 7
de agosto. É difícil participar ou assistir a um evento desses sem sair de lá dando mais valor à vida e às pequenas coisas que possuímos e conquistamos ao longo
do caminho. Os exemplos de superação são fantásticos! Ficarei na torcida pelos meus amigos da AAISR, especialmente Adriano, Tainara e Mirian. Boa sorte a todos.
Horários:
Sábado das 8h às 12h e das 14h às 18h. Domingo das 8h às 12h
Locais:
Atletismo e Halterofilismo
Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa – COTP
Av. Ibirapuera, 1315 – Moema
Natação
Sport Club Corinthians Paulista
R. São Jorge 777 – Parque São Jorge - Tatuapé
Rede Saci
05/08/2011
Em uma conversa com as atletas da natação paraolímpica Edênia Garcia e Fabiana Sugimori, Adriana Lage nos mostra um pouco do universo das atletas de alto rendimento
Adriana Lage
Aproveitando a realização da 1ª Etapa Nacional do Circuito Caixa Brasil Paraolímpico no próximo final de semana em São Paulo, o texto de hoje será sobre duas estrelas
da natação paraolímpica: Edênia Garcia e Fabiana Sugimori. Como sou fã das duas, fica um pouco difícil ser imparcial. Mesmo com as limitações impostas pela deficiência,
superaram todos os obstáculos (que com certeza não foram poucos) escrevendo com muito esforço, dedicação e talento, seus nomes na história do esporte paraolímpico.
Edênia continua brilhando pelas piscinas representando nosso país. Fabiana, infelizmente, abandonou o esporte no final de 2008.
Edênia é uma bela cadeirante de 24 anos, atleta de alto-rendimento, que possui Polineuropatia Sensitiva Motora (patologia hereditária cujos primeiros sintomas apareceram
quando tinha três anos de idade). É da classe S4 e suas principais provas são os 200m, 100m e 50m livre e os 50m costas. Fabiana possui retinopatia da prematuridade.
Desde pequenininha, essa mulher poderosa já mostrava sua força. Nasceu no sexto mês de gestação e teve sua deficiência descoberta aos três meses de idade. Hoje,
aos 30 anos, esbanja simpatia por onde passa e está construindo uma carreira fora das piscinas. Na época em que era atleta, era da classe S11 e tinha como melhor
prova os 50m livre.
A seguir, uma entrevista que fiz com as duas para que possam conhecer um pouco mais sobre a história dessas meninas poderosas:
Como a natação entrou nas suas vidas? Suas famílias sempre te incentivaram no esporte? Quais foram as principais dificuldades enfrentadas por vocês no início da
carreira?
EG: A natação entrou como forma de tratamento e uma melhora na qualidade de vida. Minha família na verdade é mais um dos motivos que me inspiram a treinar todos
os dias e querer ser uma atleta melhor e uma pessoa melhor. Minhas principais dificuldades, no início da minha carreira, foram financeiras: tinha que pegar quatro
ônibus por dia para chegar até os treinos diários. Hoje, essa dificuldade não enfrento mais. Graças a Deus!
FS: Comecei frequentar a Pró-Visão (Instituição onde fui alfabetizada) com três anos de idade. Na época, uma academia (Academia Catarina) disponibilizava o espaço
para que pudéssemos fazer atividades físicas, inclusive aprender a nadar. Então comecei a nadar somente para um aprendizado. Acabei gostando e seguindo carreira.
O apoio de minha família foi fundamental para que eu conseguisse chegar aonde cheguei. Quanto a dificuldades, difícil falar, pois a vida de nós deficientes é uma
luta diária. Mas o importante é termos força de vontade, sermos persistentes e ir quebrando as barreiras que são colocadas em nosso caminho no dia a dia.
Quais os principais títulos conquistados?
EG: Tricampeã mundial nos 50m costas, bicampeã parapan americana nos 50m costas, medalhista paraolímpica (prata em Atenas 2004 e bronze em Pequim 2008), melhor
atleta paraolímpica em 2010 pelo COB e Superar e a primeira paraolímpica a se tornar tricampeã mundial.
FS: Bom, os principais títulos são: campeã brasileira de 1992 a 2008, campeã pan americana em 1995, 1999, 2001, 2003, 2005, 2007, bi campeã mundial (2002 e 2006),
bi campeã paraolímpica (2000 e 2004). Em 2004, além de ter conquistado o ouro, bati o recorde mundial da prova dos 50m livre. Fui recordista até 2008 na paraolimpíada
de Pequim onde conquistei o bronze.
Ainda nem sonhava em me tornar nadadora e já acompanhava vocês na seleção brasileira. Qual foi seu momento mais inesquecível na sua carreira de atleta?
EG: Muito obrigada pelo carinho de sempre Adriana. Bom os momentos são muitos, mas vou tentar citar alguns: um deles foi quando falei ao vivo pelo canal Sportv
com minha mãe logo depois de ganhar minha segunda medalha paraolímpica em Pequim (2008). Nós chorávamos muito isso por que não esperávamos uma medalha em uma prova
em que não era favorita. Outro grande momento foi quando me tornei tricampeã mundial, ano passado, no mundial da Holanda. Mas, sem dúvidas, o que mais me arrepiei
foi quando soube pelo diretor técnico do CPB, Edilson Alvez (Tubiba), que eu havia aberto uma vaga para a natação em Londres pelo meu ouro no mundial e que minha
principal prova, os 50m costas estariam no programa de Londres. Também fiquei muito feliz. Como falei são muitos. Um ápice foi ser eleita, por voto popular, como
a melhor atleta paraolímpica de 2010 e pelo CPB juntamente com o COB em 2010.
FS: Com certeza, quando ganhei a medalha de ouro em Sidney. Foi um momento em que quase ninguém acreditava que eu pudesse ganhá-la, inclusive foi uma surpresa para
mim. Sonhava em tentar uma medalha de bronze pelo menos, mas sabia que aquela prova era muito disputada. De repente, recebo a notícia que venci a prova! Imagine
minha alegria. Parecia um sonho.
Qual a sensação de representar seu país em provas internacionais?
EG: É um sentimento muito gostoso: você se sente importante para uma nação e sabe que o que você faz se reflete em outras pessoas. Por isso sempre busco dar exemplos
positivos. Sei o quanto outros atletas foram importantes para mim e isso me faz uma pessoa melhor.
FS: É muito emocionante representar o país internacionalmente. É uma sensação única e uma responsabilidade muito grande, pois estamos representando milhares de
brasileiros que acreditam em nós.
Para se ter sucesso em algo, é preciso dedicação e persistência. Sabemos que a vida de atleta exige muito empenho e alguns sacrifícios. Vocês conseguem (iam) conciliar
a natação com os estudos, namoro, trabalho, lazer, etc.?
EG: Fiz 11 anos de natação paraolímpica e sei bem o que tive que abrir mão para continuar como favorita por tantos anos. É muitos difícil abrir mão de algo importante
na vida, e, infelizmente, não podemos ser o favorito em tudo. Hoje, sei como conciliar meus horários, namorar, estudar e ter um lazer fora do meu trabalho que é
a natação; é bem mais fácil. Quando amamos o que fazemos tudo fica mais fácil de organizar.
FS: Realmente a vida de atleta não é fácil, muitas vezes temos que abrir mão de fazer determinadas coisas. Mas temos que ter nossa hora de lazer também, senão ninguém
aguenta. No meu caso, consegui sim, graças a Deus, conciliar a natação com os estudos. Até 2002, ano em que me formei em relações públicas, dividia meu tempo em
treinos e estudos, e ,quando tinha fins de semanas sem competição, saia com amigos e família para me divertir também. Após ter me formado, aí sim fiquei me dedicando
somente a natação, mas sempre procurando um tempinho para as horas de lazer.
É notório que o esporte traz uma série de benefícios para todas as pessoas e, especialmente, para aquelas com alguma deficiência. Como o esporte modificou suas
vidas?
EG: Primeiramente, o esporte me trouxe uma qualidade de vida muito melhor do que eu teria se não praticasse atividade física. Depois de toda uma parte de saúde,
o esporte me proporcionou conhecer outras realidades e me fez crescer muito.
FS: Com certeza o esporte trás muitos benefícios para nossa saúde, independentemente de sermos deficientes ou não, mas para mim, através dele tive a oportunidade
de viajar, conhecer pessoas, realizar sonhos, representar o país e viver momentos únicos no esporte.
O que vocês diriam às pessoas com deficiência que ainda não praticam esporte?
EG: Que procurem algo para buscar sua felicidade, sempre. Pode ser através do esporte, dos estudos ou de qualquer outro hobby. O importante é ser feliz e ter uma
família que você possa amar e respeitar ao seu redor.
FS: Eu diria para que estas pessoas procurem algum esporte que sintam prazer em praticar. Não necessariamente para competir, mas para terem uma vida mais saudável.
E, caso se interesse em competir, claro que todos querem vencer, mas o importante nem sempre é vencer, mas sim superar cada dia seus próprios limites.
Sabemos que as pessoas com deficiência começaram a ganhar visibilidade em nosso país há poucos anos. Na opinião de vocês, quais os principais problemas enfrentados
pelos cadeirantes e cegos em nosso país?
EG: Primeiramente, o preconceito que ainda existe em nossa cultura. Em segundo, o da acessibilidade que é ainda muito precária no Brasil. Mas acredito que tudo
está melhorando. E isso se deve em parte ao trabalho do esporte paraolímpico no Brasil. Acredito muito que o esporte paraolímpico seja um dos protagonistas nessa
evolução.
FS: O problema que vejo ainda hoje no Brasil, não só em relação a nós deficientes visuais, mas em relação a todo tipo de deficiência, é que as pessoas não têm informações
e não sabem lidar conosco. A maioria das pessoas ainda vê os deficientes como coitados, e não como pessoas que tem vontades, sonhos e capacidade de fazer muitas
coisas.
As pessoas com deficiência ainda não tem seus direitos plenamente respeitados em nosso país. E, mesmo assim, o Brasil está entre as potências do esporte paraolímpico.
Vocês acreditam que as Paraolimpíadas de 2016 ajudarão na valorização das pessoas com deficiência em nosso país?
EG: Acredito plenamente na palavra "respeito" e por isso creio que estamos em uma evolução constante em nosso Brasil. Muitas coisas estão mudando. É como sempre
falo: a informação é tudo e se falar que as paraolimpíadas de 2016 não vão ajudar, vão sim. É fato que o brasileiro vai ficar cara a cara com pessoas suando a camisa
nos cenários de disputa e isso vai ajudar no respeito para com a pessoa com deficiência.
FS: Quando teve o Parapan, em 2007, muitas pessoas puderam conhecer um pouco mais sobre o esporte paraolímpico e muitas mudaram seu pensamento em relação aos deficientes.
Mas ainda temos um longo caminho pela frente. Acredito que em 2016, com a realização das paraolimpíadas, mais um passo será dado.
Vocês são mulheres jovens, bonitas e muito simpáticas. Sou fã de vocês e as considero umas guerreiras. Afinal, em suas carreiras de atleta, nos deram vários exemplos
de superação. Quais são seus planos para o futuro?
EG: Essa palavra "futuro" é uma coisa que procuro não pensar tanto. Sempre fui de esperar bem quietinha e fazer a minha parte da melhor forma possível. Mas vamos
lá. rsrs... No futuro, quero continuar no esporte; não como atleta, mas como uma pessoa que possa ajudar outras com minha história e quem sabe dando oportunidades
semelhantes as que me foram dadas. Quero muito ser mãe e continuar uma vida saudável. No geral, quero ser para os outros como tantas pessoas do bem que encontrei
no meu caminho e ser uma mãe tão boa como minha mãe foi. Bom é isso... Aqui vocês vão conhecer uma Edênia Garcia como poucos conheceram... rsrs. Que Deus abençoe
todos!
FS: Como atleta, estou realizada; conquistei todos os títulos que um atleta sonha, agora é pensar em conseguir me realizar profissionalmente e, como toda mulher,
sonho em casar, ter filhos, etc.
Perguntinha inevitável: Fabiana, por que decidiu abandonar sua carreira de atleta? Ainda pratica algum esporte?
FS: Essa é uma pergunta que todos me fazem. Por mais que seja uma decisão difícil, nós atletas precisamos saber a hora de parar. Pensei muito antes de tomar essa
decisão, mas fui amadurecendo esta idéia aos poucos. Tem uma música que gosto muito da letra. É de um vídeo que o Comitê Paraolímpico produziu em 2000 para a divulgação
da Paraolimpíada de Sidney (campeão). Tem uma parte que fala o seguinte: “O que se escreve na história não dá pra apagar”. Concordo, pois cada um tem momentos únicos.
Por mais que outras pessoas se destaquem, ganhem medalhas, nem um momento será igual aos nossos. O que foi feito fica pra sempre na história. O tempo passa, surgem
pessoas mais jovens, então, melhor parar enquanto estamos no auge para que possamos ser lembrados com uma imagem positiva. Quando tudo está bem, a mídia nos divulga.
Mas, nas horas difíceis, infelizmente nos derruba. Atualmente não pratico nem um esporte.
Deixo aqui meus agradecimentos a essas meninas fantásticas e admiráveis. Se isso é possível, fiquei ainda mais fã de vocês. Desejo à Edênia, muita saúde e força
para que continue sempre brilhando e encantando por onde passa. À Fabiana, desejo tudibão e muito sucesso em sua nova carreira. E, quem sabe, que reconsidere sua
aposentadoria das piscinas (rsrsrs). Que Santo Antônio e São José as ajudem a encontrar excelentes companheiros (no meu caso, já apelei pra Santa Rita de Cássia
- Santa das Causas Impossíveis) e que possam realizar o sonho da maternidade sendo sempre muito felizes.
Mais informações sobre as duas podem ser encontradas no site do CPB (www.cpb.org.br) e em seus blogs:
www.fabianasugimori.blogspot.com
http://edeniagarcia.blogspot.com/
Quem mora em Sampa, não deixe de conferir as provas de natação, atletismo e halterofilismo da 1ª Etapa Nacional do Circuito Caixa, que acontecem nos dias 6 e 7
de agosto. É difícil participar ou assistir a um evento desses sem sair de lá dando mais valor à vida e às pequenas coisas que possuímos e conquistamos ao longo
do caminho. Os exemplos de superação são fantásticos! Ficarei na torcida pelos meus amigos da AAISR, especialmente Adriano, Tainara e Mirian. Boa sorte a todos.
Horários:
Sábado das 8h às 12h e das 14h às 18h. Domingo das 8h às 12h
Locais:
Atletismo e Halterofilismo
Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa – COTP
Av. Ibirapuera, 1315 – Moema
Natação
Sport Club Corinthians Paulista
R. São Jorge 777 – Parque São Jorge - Tatuapé
Marcadores:
circuito loterias caixa,
Edenia Garcia,
entrevista,
Fabiana Sugimori,
natação
domingo, 26 de junho de 2011
recordes brasileiros quebrados na Etapa de Campinas
recordes brasileiros quebrados na Etapa de Campinas
25-06-2011
Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação tem disputas acirradas. Competição segue amanhã
20 recordes brasileiros quebrados na Etapa de Campinas
Mais de 800 atletas entraram em ação no primeiro dia de disputas pela Etapa Regional de São Paulo do Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo
e Natação, em Campinas. A competição vale vaga para o Circuito Nacional, no segundo semestre, e começou com a quebra de 20 recordes brasileiros: 11 no atletismo,
quatro no halterofilismo e cinco na natação.
Estreadas na competição, a pista de atletismo e a piscina olímpica do Swiss Park foram palcos de grandes disputas. Geração 2016, a paulista Kelly Peixoto, de apenas
15 anos, começou no atletismo há dois anos, nas Paraolimpíadas Escolares, e sagrou-se a mais nova recordista brasileira no lançamento de disco F40.
Kelly_Peixoto_Campinas_Jun2011.JPG“Fiquei feliz com o resultado. Quero treinar mais e sonhar com bons resultados. Dizem que tenho futuro, quero acreditar.”
Segundo o coordenador técnico da modalidade, Ciro Winkler, os recordes brasileiros quebrados representam um bom panorama do para-atletismo nacional.
“Quatro dessas marcas foram de jovens com menos de 20 anos. Isso representa uma boa perspectiva de nomes para os Jogos Rio 2016. Já temos uma Seleção forte para
Londres 2012, mas é importante a renovação para chegarmos bem no Rio”, avaliou Winkler.
Além dos recordes, a competição contou com presenças ilustres, como a do medalhista mundial Ozivam Bonfim, que levou o bronze na Maratona T46, no Mundial da Nova
Zelândia (2011), a medalhista paraolímpica e ex-nadadora Fabiana Sugimori, do presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, além do secretário
de Esportes e Lazer de Campinas, Gustavo Petta.
Ozivam competiu e confirmou o favoritismo ao vencer a prova dos 5.000m, com o tempo de 16min10s. Ademar Leite (16min59s) e Ezequiel Costa (17min03s) completaram
o pódio. O recorde brasileiro desta prova (15min) é do próprio Ozivam, conquistado em Mar Del Plata, na Argentina (2003).
Mais peso
No halterofilismo, o dia foi delas. Dádila Rodrigues (MG), na categoria até 56kg melhorou sua marca em 2,5kg, elevando o recorde brasileiro. Terezinha Santos (RN)
e Márcia Menezes (PR) superaram os recordes nacionais anteriores de 91kg para 92,5kg (até 60kg) e de 90kg para 100kg (até 82,5kg), respectivamente.
O paulista Bruno Carra, da categoria até 60kg, conseguiu levantar mais peso e elevou o recorde brasileiro de 145kg para 147,5kg. Com o avanço, o Brasil começa a
se aproximar das marcas internacionais.
A competição de halterofilismo terminou neste sábado e contou com a participação de mais de mais de 70 atletas de todo país, na Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp).
Na água
Primeiras disputas na piscina olímpica do complexo aquático do Swiss Park, as provas de natação agitaram o primeiro dia de competição com cinco recordes brasileiros
quebrados, todos na classe S14 (Síndrome de Down).
“Os recordes provam que os atletas estão se esforçando cada vez mais para superarem suas marcas, o que é excelente para o desenvolvimento da para-natação”, destacou
o coordenador nacional da modalidade, Murilo Barreto.
Promessa para os Jogos Paraolímpicos do Rio 2016, o jovem Matheus Henrique da Silva, 17, de Pindamonhangaba, tem se dedicado a baixar seus tempos em busca da vaga
para os Jogos Parapanamericanos em Guadalajara, em novembro.
“Fiz um bom tempo, levando em conta a época de treinamento em que estou. Minha meta agora é a primeira etapa do Nacional (agosto), já visando fazer minha melhor
marca para o Parapan. Quero quebrar o recorde brasileiro (1m17s85)”, revelou o nadador, que hoje integra a Seleção Brasileira de Jovens.
Medalhista de ouro e bronze nos Jogos Paraolímpicos de Sydney (2000), Atenas (2004) e Pequim (2008) e com vários títulos parapanamericanos, na classe S11 (perda
total de visão), a campineira Fabiana Sugimori aproveitou a manhã do sábado para acompanhar as disputas no complexo aquático do Swiss Park.
“É a primeira vez que Campinas recebe uma competição grande como esta. Fiquei espantada com o número de atletas que estão participando e são só de São Paulo. Campinas
está tendo uma ótima oportunidade de conhecer um pouco mais o paradesporto”, disse.
Mesmo tendo se desligado das competições, Fabiana marcar presença nas disputas sempre que pode.
“Tenho saudade desse clima das competições e por isso vou a todas que posso, mas só para acompanhar. De vez em quando dou minhas braçadas, mas só por diversão.
Não penso em voltar a competir”, revelou a ex-atleta.
Melhor estrutura
Com acessibilidade em todos os lugares, o complexo aquático do Swiss Park promete ser um dos pontos de treinamento das equipes brasileiras de natação. Os banheiros
adaptados e o espaço amplo e com rampas, permitiram que os atletas circulassem livremente pelo local com maior independência.
“O CPB sempre procura realizar suas competições e os treinamentos dos atletas das Seleções Brasileiras em locais com excelente estrutura e acessibilidade e encontramos
tudo isso aqui”, ressaltou Andrew Parsons.
Petta, que se mostrou admirado com a superação dos atletas na piscina, aproveitou a oportunidade para agradecer pela realização da Regional de São Paulo, na cidade.
“Esperamos que voltem muitas outras vezes. Queremos tornar o parque aquático de Campinas uma referência nacional”, afirmou.
O Circuito
A etapa de São Paulo é a quarta e última regional do Circuito Loterias CAIXA de 2011. A primeira foi em março, em Fortaleza (Norte-Nordeste), a segunda em abril,
em Curitiba (Rio-Sul) e a terceira em maio, em Brasília (Centro-Leste). Em agosto começa o Circuito Nacional, nos dias 6 e 7, em São Paulo capital. A disputa segue
nos dias 3 e 4 de setembro, também na capital paulista, e nos dias 3 e 4 de dezembro, em Fortaleza (CE).
Os resultados e a consulta dos novos recordes brasileiros podem ser feitos no site competição: http://www.neocompeticao.com.br/circaixasaopaulo/default.asp
PROVAS
Domingo (26) – das 8h às 12h
ATLETISMO E NATAÇÃO
Swiss Park Campinas
Rodovia Anhanguera, km 90
*Entrada gratuita
Fonte:
CPB - www.cpb.org.br
25-06-2011
Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação tem disputas acirradas. Competição segue amanhã
20 recordes brasileiros quebrados na Etapa de Campinas
Mais de 800 atletas entraram em ação no primeiro dia de disputas pela Etapa Regional de São Paulo do Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo
e Natação, em Campinas. A competição vale vaga para o Circuito Nacional, no segundo semestre, e começou com a quebra de 20 recordes brasileiros: 11 no atletismo,
quatro no halterofilismo e cinco na natação.
Estreadas na competição, a pista de atletismo e a piscina olímpica do Swiss Park foram palcos de grandes disputas. Geração 2016, a paulista Kelly Peixoto, de apenas
15 anos, começou no atletismo há dois anos, nas Paraolimpíadas Escolares, e sagrou-se a mais nova recordista brasileira no lançamento de disco F40.
Kelly_Peixoto_Campinas_Jun2011.JPG“Fiquei feliz com o resultado. Quero treinar mais e sonhar com bons resultados. Dizem que tenho futuro, quero acreditar.”
Segundo o coordenador técnico da modalidade, Ciro Winkler, os recordes brasileiros quebrados representam um bom panorama do para-atletismo nacional.
“Quatro dessas marcas foram de jovens com menos de 20 anos. Isso representa uma boa perspectiva de nomes para os Jogos Rio 2016. Já temos uma Seleção forte para
Londres 2012, mas é importante a renovação para chegarmos bem no Rio”, avaliou Winkler.
Além dos recordes, a competição contou com presenças ilustres, como a do medalhista mundial Ozivam Bonfim, que levou o bronze na Maratona T46, no Mundial da Nova
Zelândia (2011), a medalhista paraolímpica e ex-nadadora Fabiana Sugimori, do presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, além do secretário
de Esportes e Lazer de Campinas, Gustavo Petta.
Ozivam competiu e confirmou o favoritismo ao vencer a prova dos 5.000m, com o tempo de 16min10s. Ademar Leite (16min59s) e Ezequiel Costa (17min03s) completaram
o pódio. O recorde brasileiro desta prova (15min) é do próprio Ozivam, conquistado em Mar Del Plata, na Argentina (2003).
Mais peso
No halterofilismo, o dia foi delas. Dádila Rodrigues (MG), na categoria até 56kg melhorou sua marca em 2,5kg, elevando o recorde brasileiro. Terezinha Santos (RN)
e Márcia Menezes (PR) superaram os recordes nacionais anteriores de 91kg para 92,5kg (até 60kg) e de 90kg para 100kg (até 82,5kg), respectivamente.
O paulista Bruno Carra, da categoria até 60kg, conseguiu levantar mais peso e elevou o recorde brasileiro de 145kg para 147,5kg. Com o avanço, o Brasil começa a
se aproximar das marcas internacionais.
A competição de halterofilismo terminou neste sábado e contou com a participação de mais de mais de 70 atletas de todo país, na Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp).
Na água
Primeiras disputas na piscina olímpica do complexo aquático do Swiss Park, as provas de natação agitaram o primeiro dia de competição com cinco recordes brasileiros
quebrados, todos na classe S14 (Síndrome de Down).
“Os recordes provam que os atletas estão se esforçando cada vez mais para superarem suas marcas, o que é excelente para o desenvolvimento da para-natação”, destacou
o coordenador nacional da modalidade, Murilo Barreto.
Promessa para os Jogos Paraolímpicos do Rio 2016, o jovem Matheus Henrique da Silva, 17, de Pindamonhangaba, tem se dedicado a baixar seus tempos em busca da vaga
para os Jogos Parapanamericanos em Guadalajara, em novembro.
“Fiz um bom tempo, levando em conta a época de treinamento em que estou. Minha meta agora é a primeira etapa do Nacional (agosto), já visando fazer minha melhor
marca para o Parapan. Quero quebrar o recorde brasileiro (1m17s85)”, revelou o nadador, que hoje integra a Seleção Brasileira de Jovens.
Medalhista de ouro e bronze nos Jogos Paraolímpicos de Sydney (2000), Atenas (2004) e Pequim (2008) e com vários títulos parapanamericanos, na classe S11 (perda
total de visão), a campineira Fabiana Sugimori aproveitou a manhã do sábado para acompanhar as disputas no complexo aquático do Swiss Park.
“É a primeira vez que Campinas recebe uma competição grande como esta. Fiquei espantada com o número de atletas que estão participando e são só de São Paulo. Campinas
está tendo uma ótima oportunidade de conhecer um pouco mais o paradesporto”, disse.
Mesmo tendo se desligado das competições, Fabiana marcar presença nas disputas sempre que pode.
“Tenho saudade desse clima das competições e por isso vou a todas que posso, mas só para acompanhar. De vez em quando dou minhas braçadas, mas só por diversão.
Não penso em voltar a competir”, revelou a ex-atleta.
Melhor estrutura
Com acessibilidade em todos os lugares, o complexo aquático do Swiss Park promete ser um dos pontos de treinamento das equipes brasileiras de natação. Os banheiros
adaptados e o espaço amplo e com rampas, permitiram que os atletas circulassem livremente pelo local com maior independência.
“O CPB sempre procura realizar suas competições e os treinamentos dos atletas das Seleções Brasileiras em locais com excelente estrutura e acessibilidade e encontramos
tudo isso aqui”, ressaltou Andrew Parsons.
Petta, que se mostrou admirado com a superação dos atletas na piscina, aproveitou a oportunidade para agradecer pela realização da Regional de São Paulo, na cidade.
“Esperamos que voltem muitas outras vezes. Queremos tornar o parque aquático de Campinas uma referência nacional”, afirmou.
O Circuito
A etapa de São Paulo é a quarta e última regional do Circuito Loterias CAIXA de 2011. A primeira foi em março, em Fortaleza (Norte-Nordeste), a segunda em abril,
em Curitiba (Rio-Sul) e a terceira em maio, em Brasília (Centro-Leste). Em agosto começa o Circuito Nacional, nos dias 6 e 7, em São Paulo capital. A disputa segue
nos dias 3 e 4 de setembro, também na capital paulista, e nos dias 3 e 4 de dezembro, em Fortaleza (CE).
Os resultados e a consulta dos novos recordes brasileiros podem ser feitos no site competição: http://www.neocompeticao.com.br/circaixasaopaulo/default.asp
PROVAS
Domingo (26) – das 8h às 12h
ATLETISMO E NATAÇÃO
Swiss Park Campinas
Rodovia Anhanguera, km 90
*Entrada gratuita
Fonte:
CPB - www.cpb.org.br
Marcadores:
atletismo,
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halterofilismo,
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recordes brasileiros quebrados na Etapa de Campinas
recordes brasileiros quebrados na Etapa de Campinas
25-06-2011
Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação tem disputas acirradas. Competição segue amanhã
20 recordes brasileiros quebrados na Etapa de Campinas
Mais de 800 atletas entraram em ação no primeiro dia de disputas pela Etapa Regional de São Paulo do Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo
e Natação, em Campinas. A competição vale vaga para o Circuito Nacional, no segundo semestre, e começou com a quebra de 20 recordes brasileiros: 11 no atletismo,
quatro no halterofilismo e cinco na natação.
Estreadas na competição, a pista de atletismo e a piscina olímpica do Swiss Park foram palcos de grandes disputas. Geração 2016, a paulista Kelly Peixoto, de apenas
15 anos, começou no atletismo há dois anos, nas Paraolimpíadas Escolares, e sagrou-se a mais nova recordista brasileira no lançamento de disco F40.
Kelly_Peixoto_Campinas_Jun2011.JPG“Fiquei feliz com o resultado. Quero treinar mais e sonhar com bons resultados. Dizem que tenho futuro, quero acreditar.”
Segundo o coordenador técnico da modalidade, Ciro Winkler, os recordes brasileiros quebrados representam um bom panorama do para-atletismo nacional.
“Quatro dessas marcas foram de jovens com menos de 20 anos. Isso representa uma boa perspectiva de nomes para os Jogos Rio 2016. Já temos uma Seleção forte para
Londres 2012, mas é importante a renovação para chegarmos bem no Rio”, avaliou Winkler.
Além dos recordes, a competição contou com presenças ilustres, como a do medalhista mundial Ozivam Bonfim, que levou o bronze na Maratona T46, no Mundial da Nova
Zelândia (2011), a medalhista paraolímpica e ex-nadadora Fabiana Sugimori, do presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, além do secretário
de Esportes e Lazer de Campinas, Gustavo Petta.
Ozivam competiu e confirmou o favoritismo ao vencer a prova dos 5.000m, com o tempo de 16min10s. Ademar Leite (16min59s) e Ezequiel Costa (17min03s) completaram
o pódio. O recorde brasileiro desta prova (15min) é do próprio Ozivam, conquistado em Mar Del Plata, na Argentina (2003).
Mais peso
No halterofilismo, o dia foi delas. Dádila Rodrigues (MG), na categoria até 56kg melhorou sua marca em 2,5kg, elevando o recorde brasileiro. Terezinha Santos (RN)
e Márcia Menezes (PR) superaram os recordes nacionais anteriores de 91kg para 92,5kg (até 60kg) e de 90kg para 100kg (até 82,5kg), respectivamente.
O paulista Bruno Carra, da categoria até 60kg, conseguiu levantar mais peso e elevou o recorde brasileiro de 145kg para 147,5kg. Com o avanço, o Brasil começa a
se aproximar das marcas internacionais.
A competição de halterofilismo terminou neste sábado e contou com a participação de mais de mais de 70 atletas de todo país, na Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp).
Na água
Primeiras disputas na piscina olímpica do complexo aquático do Swiss Park, as provas de natação agitaram o primeiro dia de competição com cinco recordes brasileiros
quebrados, todos na classe S14 (Síndrome de Down).
“Os recordes provam que os atletas estão se esforçando cada vez mais para superarem suas marcas, o que é excelente para o desenvolvimento da para-natação”, destacou
o coordenador nacional da modalidade, Murilo Barreto.
Promessa para os Jogos Paraolímpicos do Rio 2016, o jovem Matheus Henrique da Silva, 17, de Pindamonhangaba, tem se dedicado a baixar seus tempos em busca da vaga
para os Jogos Parapanamericanos em Guadalajara, em novembro.
“Fiz um bom tempo, levando em conta a época de treinamento em que estou. Minha meta agora é a primeira etapa do Nacional (agosto), já visando fazer minha melhor
marca para o Parapan. Quero quebrar o recorde brasileiro (1m17s85)”, revelou o nadador, que hoje integra a Seleção Brasileira de Jovens.
Medalhista de ouro e bronze nos Jogos Paraolímpicos de Sydney (2000), Atenas (2004) e Pequim (2008) e com vários títulos parapanamericanos, na classe S11 (perda
total de visão), a campineira Fabiana Sugimori aproveitou a manhã do sábado para acompanhar as disputas no complexo aquático do Swiss Park.
“É a primeira vez que Campinas recebe uma competição grande como esta. Fiquei espantada com o número de atletas que estão participando e são só de São Paulo. Campinas
está tendo uma ótima oportunidade de conhecer um pouco mais o paradesporto”, disse.
Mesmo tendo se desligado das competições, Fabiana marcar presença nas disputas sempre que pode.
“Tenho saudade desse clima das competições e por isso vou a todas que posso, mas só para acompanhar. De vez em quando dou minhas braçadas, mas só por diversão.
Não penso em voltar a competir”, revelou a ex-atleta.
Melhor estrutura
Com acessibilidade em todos os lugares, o complexo aquático do Swiss Park promete ser um dos pontos de treinamento das equipes brasileiras de natação. Os banheiros
adaptados e o espaço amplo e com rampas, permitiram que os atletas circulassem livremente pelo local com maior independência.
“O CPB sempre procura realizar suas competições e os treinamentos dos atletas das Seleções Brasileiras em locais com excelente estrutura e acessibilidade e encontramos
tudo isso aqui”, ressaltou Andrew Parsons.
Petta, que se mostrou admirado com a superação dos atletas na piscina, aproveitou a oportunidade para agradecer pela realização da Regional de São Paulo, na cidade.
“Esperamos que voltem muitas outras vezes. Queremos tornar o parque aquático de Campinas uma referência nacional”, afirmou.
O Circuito
A etapa de São Paulo é a quarta e última regional do Circuito Loterias CAIXA de 2011. A primeira foi em março, em Fortaleza (Norte-Nordeste), a segunda em abril,
em Curitiba (Rio-Sul) e a terceira em maio, em Brasília (Centro-Leste). Em agosto começa o Circuito Nacional, nos dias 6 e 7, em São Paulo capital. A disputa segue
nos dias 3 e 4 de setembro, também na capital paulista, e nos dias 3 e 4 de dezembro, em Fortaleza (CE).
Os resultados e a consulta dos novos recordes brasileiros podem ser feitos no site competição: http://www.neocompeticao.com.br/circaixasaopaulo/default.asp
PROVAS
Domingo (26) – das 8h às 12h
ATLETISMO E NATAÇÃO
Swiss Park Campinas
Rodovia Anhanguera, km 90
*Entrada gratuita
Fonte:
CPB - www.cpb.org.br
25-06-2011
Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação tem disputas acirradas. Competição segue amanhã
20 recordes brasileiros quebrados na Etapa de Campinas
Mais de 800 atletas entraram em ação no primeiro dia de disputas pela Etapa Regional de São Paulo do Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo
e Natação, em Campinas. A competição vale vaga para o Circuito Nacional, no segundo semestre, e começou com a quebra de 20 recordes brasileiros: 11 no atletismo,
quatro no halterofilismo e cinco na natação.
Estreadas na competição, a pista de atletismo e a piscina olímpica do Swiss Park foram palcos de grandes disputas. Geração 2016, a paulista Kelly Peixoto, de apenas
15 anos, começou no atletismo há dois anos, nas Paraolimpíadas Escolares, e sagrou-se a mais nova recordista brasileira no lançamento de disco F40.
Kelly_Peixoto_Campinas_Jun2011.JPG“Fiquei feliz com o resultado. Quero treinar mais e sonhar com bons resultados. Dizem que tenho futuro, quero acreditar.”
Segundo o coordenador técnico da modalidade, Ciro Winkler, os recordes brasileiros quebrados representam um bom panorama do para-atletismo nacional.
“Quatro dessas marcas foram de jovens com menos de 20 anos. Isso representa uma boa perspectiva de nomes para os Jogos Rio 2016. Já temos uma Seleção forte para
Londres 2012, mas é importante a renovação para chegarmos bem no Rio”, avaliou Winkler.
Além dos recordes, a competição contou com presenças ilustres, como a do medalhista mundial Ozivam Bonfim, que levou o bronze na Maratona T46, no Mundial da Nova
Zelândia (2011), a medalhista paraolímpica e ex-nadadora Fabiana Sugimori, do presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, além do secretário
de Esportes e Lazer de Campinas, Gustavo Petta.
Ozivam competiu e confirmou o favoritismo ao vencer a prova dos 5.000m, com o tempo de 16min10s. Ademar Leite (16min59s) e Ezequiel Costa (17min03s) completaram
o pódio. O recorde brasileiro desta prova (15min) é do próprio Ozivam, conquistado em Mar Del Plata, na Argentina (2003).
Mais peso
No halterofilismo, o dia foi delas. Dádila Rodrigues (MG), na categoria até 56kg melhorou sua marca em 2,5kg, elevando o recorde brasileiro. Terezinha Santos (RN)
e Márcia Menezes (PR) superaram os recordes nacionais anteriores de 91kg para 92,5kg (até 60kg) e de 90kg para 100kg (até 82,5kg), respectivamente.
O paulista Bruno Carra, da categoria até 60kg, conseguiu levantar mais peso e elevou o recorde brasileiro de 145kg para 147,5kg. Com o avanço, o Brasil começa a
se aproximar das marcas internacionais.
A competição de halterofilismo terminou neste sábado e contou com a participação de mais de mais de 70 atletas de todo país, na Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp).
Na água
Primeiras disputas na piscina olímpica do complexo aquático do Swiss Park, as provas de natação agitaram o primeiro dia de competição com cinco recordes brasileiros
quebrados, todos na classe S14 (Síndrome de Down).
“Os recordes provam que os atletas estão se esforçando cada vez mais para superarem suas marcas, o que é excelente para o desenvolvimento da para-natação”, destacou
o coordenador nacional da modalidade, Murilo Barreto.
Promessa para os Jogos Paraolímpicos do Rio 2016, o jovem Matheus Henrique da Silva, 17, de Pindamonhangaba, tem se dedicado a baixar seus tempos em busca da vaga
para os Jogos Parapanamericanos em Guadalajara, em novembro.
“Fiz um bom tempo, levando em conta a época de treinamento em que estou. Minha meta agora é a primeira etapa do Nacional (agosto), já visando fazer minha melhor
marca para o Parapan. Quero quebrar o recorde brasileiro (1m17s85)”, revelou o nadador, que hoje integra a Seleção Brasileira de Jovens.
Medalhista de ouro e bronze nos Jogos Paraolímpicos de Sydney (2000), Atenas (2004) e Pequim (2008) e com vários títulos parapanamericanos, na classe S11 (perda
total de visão), a campineira Fabiana Sugimori aproveitou a manhã do sábado para acompanhar as disputas no complexo aquático do Swiss Park.
“É a primeira vez que Campinas recebe uma competição grande como esta. Fiquei espantada com o número de atletas que estão participando e são só de São Paulo. Campinas
está tendo uma ótima oportunidade de conhecer um pouco mais o paradesporto”, disse.
Mesmo tendo se desligado das competições, Fabiana marcar presença nas disputas sempre que pode.
“Tenho saudade desse clima das competições e por isso vou a todas que posso, mas só para acompanhar. De vez em quando dou minhas braçadas, mas só por diversão.
Não penso em voltar a competir”, revelou a ex-atleta.
Melhor estrutura
Com acessibilidade em todos os lugares, o complexo aquático do Swiss Park promete ser um dos pontos de treinamento das equipes brasileiras de natação. Os banheiros
adaptados e o espaço amplo e com rampas, permitiram que os atletas circulassem livremente pelo local com maior independência.
“O CPB sempre procura realizar suas competições e os treinamentos dos atletas das Seleções Brasileiras em locais com excelente estrutura e acessibilidade e encontramos
tudo isso aqui”, ressaltou Andrew Parsons.
Petta, que se mostrou admirado com a superação dos atletas na piscina, aproveitou a oportunidade para agradecer pela realização da Regional de São Paulo, na cidade.
“Esperamos que voltem muitas outras vezes. Queremos tornar o parque aquático de Campinas uma referência nacional”, afirmou.
O Circuito
A etapa de São Paulo é a quarta e última regional do Circuito Loterias CAIXA de 2011. A primeira foi em março, em Fortaleza (Norte-Nordeste), a segunda em abril,
em Curitiba (Rio-Sul) e a terceira em maio, em Brasília (Centro-Leste). Em agosto começa o Circuito Nacional, nos dias 6 e 7, em São Paulo capital. A disputa segue
nos dias 3 e 4 de setembro, também na capital paulista, e nos dias 3 e 4 de dezembro, em Fortaleza (CE).
Os resultados e a consulta dos novos recordes brasileiros podem ser feitos no site competição: http://www.neocompeticao.com.br/circaixasaopaulo/default.asp
PROVAS
Domingo (26) – das 8h às 12h
ATLETISMO E NATAÇÃO
Swiss Park Campinas
Rodovia Anhanguera, km 90
*Entrada gratuita
Fonte:
CPB - www.cpb.org.br
Marcadores:
atletismo,
circuito loterias caixa,
competição,
deficientes,
halterofilismo,
natação,
notícias
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Campinas sedia competição do Comitê Paraolímpico
22/06/2011
Jornais
Campinas recebe neste final de semana, 25 e 26 de junho, mais de mil atletas paraolímpicos que participam do Circuito Loterias Caixa Brasil de Atletismo, Halterofilismo
e Natação, organizado pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB). As disputas valem vaga nas etapas nacionais do circuito realizadas no segundo semestre.
A cidade foi escolhida pelo Comitê graças a estrutura do Centro Esportivo de Alto Rendimento (Cear), local onde acontecerão as provas de atletismo e natação. As
competições de halterofilismo serão realizadas na Unicamp.
As provas marcam o primeiro evento no complexo aquático do Cear que estará funcionando em sua totalidade. O espaço conta com uma piscina olímpica aquecida, uma
semi-olímpica, uma piscina para saltos de mais de cinco metros de profundidade e uma plataforma que permite saltos de 3, 5, 8 e 10 metros.
“Será nossa primeira experiência em receber um evento nacional com esse porte, com um grande número de atletas. É a chance para a população campineira conhecer
o espaço do Centro Esportivo de Alto Rendimento e prestigiar os atletas”, disse Gustavo Petta, secretário de Esportes e Lazer.
Para o coordenador nacional do atletismo, Ciro Winckler, a etapa será a última chance de descoberta de novos talentos em 2011. “É a última oportunidade do ano.
As perspectivas são as melhores. A etapa regional mais forte é a de São Paulo e agora que o Estado tem uma exclusiva, há maior possibilidade de surgirem coisas
boas”, afirma.
O presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons, estará presente nos dois dias de competição. Outra presença confirmada no evento é a ex-atleta Fabiana
Sugimori. Campineira e medalhista paraolímpica brasileira ela estará incentivando os novos talentos que disputarão esta etapa do Circuito Loterias Caixa.
Ao todo, participarão 89 atletas no halterofilismo, 414 no atletismo e 347 na natação, sendo que nessas duas últimas modalidades os atletas são todos de São Paulo.
As competições começam no sábado das 9h às 12h, das 14h às 18h e continuam no domingo, das 8h às 12h. Na natação serão disputadas provas de 150, 200 4 por 100 metros
medley; 50 e 100 metros borboleta, 50 e 100 metros costas; 50, 100, 200, 400, 4 por 50 e 40 por 100 metros livre.
No atletismo as provas são de salto em altura, distância e triplo, arremesso de peso, lançamento de disco e dardo e as de corrida nos 100, 200, 400, 800, 1500 e
5000 metros.
O Centro Esportivo de Alto Rendimento fica na Rodovia Anhanguera, km 89,5, no Swiss Park. A entrada é gratuita para quem for assistir as competições.
Paraolimpíadas Escolares
Na sexta-feira, 24 de junho, a pista de atletismo do Cear será palco das provas seletivas que irão definir os atletas que representarão São Paulo nas Paraolimpíadas
Escolares.
Serão 108 estudantes com deficiências física, visual, intelectual entre 12 e 19 anos, matriculados em escolas do ensino fundamental, médio ou especial.
As Paraolimpíadas Escolares tem como objetivo revelar talentos para representar o Brasil nas Paraolimpíadas do Rio de Janeiro de 2016. A competição é o maior evento
do gênero na América Latina, e acontece entre 26 e 31 de agosto na capital paulista.
As competições começam oficialmente às 11h, mas a partir das 9h os jovens atletas estarão no Centro Esportivo confirmando as inscrições e realizando as classificações
funcionais para as provas.
Jornais
Campinas recebe neste final de semana, 25 e 26 de junho, mais de mil atletas paraolímpicos que participam do Circuito Loterias Caixa Brasil de Atletismo, Halterofilismo
e Natação, organizado pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB). As disputas valem vaga nas etapas nacionais do circuito realizadas no segundo semestre.
A cidade foi escolhida pelo Comitê graças a estrutura do Centro Esportivo de Alto Rendimento (Cear), local onde acontecerão as provas de atletismo e natação. As
competições de halterofilismo serão realizadas na Unicamp.
As provas marcam o primeiro evento no complexo aquático do Cear que estará funcionando em sua totalidade. O espaço conta com uma piscina olímpica aquecida, uma
semi-olímpica, uma piscina para saltos de mais de cinco metros de profundidade e uma plataforma que permite saltos de 3, 5, 8 e 10 metros.
“Será nossa primeira experiência em receber um evento nacional com esse porte, com um grande número de atletas. É a chance para a população campineira conhecer
o espaço do Centro Esportivo de Alto Rendimento e prestigiar os atletas”, disse Gustavo Petta, secretário de Esportes e Lazer.
Para o coordenador nacional do atletismo, Ciro Winckler, a etapa será a última chance de descoberta de novos talentos em 2011. “É a última oportunidade do ano.
As perspectivas são as melhores. A etapa regional mais forte é a de São Paulo e agora que o Estado tem uma exclusiva, há maior possibilidade de surgirem coisas
boas”, afirma.
O presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons, estará presente nos dois dias de competição. Outra presença confirmada no evento é a ex-atleta Fabiana
Sugimori. Campineira e medalhista paraolímpica brasileira ela estará incentivando os novos talentos que disputarão esta etapa do Circuito Loterias Caixa.
Ao todo, participarão 89 atletas no halterofilismo, 414 no atletismo e 347 na natação, sendo que nessas duas últimas modalidades os atletas são todos de São Paulo.
As competições começam no sábado das 9h às 12h, das 14h às 18h e continuam no domingo, das 8h às 12h. Na natação serão disputadas provas de 150, 200 4 por 100 metros
medley; 50 e 100 metros borboleta, 50 e 100 metros costas; 50, 100, 200, 400, 4 por 50 e 40 por 100 metros livre.
No atletismo as provas são de salto em altura, distância e triplo, arremesso de peso, lançamento de disco e dardo e as de corrida nos 100, 200, 400, 800, 1500 e
5000 metros.
O Centro Esportivo de Alto Rendimento fica na Rodovia Anhanguera, km 89,5, no Swiss Park. A entrada é gratuita para quem for assistir as competições.
Paraolimpíadas Escolares
Na sexta-feira, 24 de junho, a pista de atletismo do Cear será palco das provas seletivas que irão definir os atletas que representarão São Paulo nas Paraolimpíadas
Escolares.
Serão 108 estudantes com deficiências física, visual, intelectual entre 12 e 19 anos, matriculados em escolas do ensino fundamental, médio ou especial.
As Paraolimpíadas Escolares tem como objetivo revelar talentos para representar o Brasil nas Paraolimpíadas do Rio de Janeiro de 2016. A competição é o maior evento
do gênero na América Latina, e acontece entre 26 e 31 de agosto na capital paulista.
As competições começam oficialmente às 11h, mas a partir das 9h os jovens atletas estarão no Centro Esportivo confirmando as inscrições e realizando as classificações
funcionais para as provas.
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competição,
deficientes,
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Campinas sedia competição do Comitê Paraolímpico
22/06/2011
Jornais
Campinas recebe neste final de semana, 25 e 26 de junho, mais de mil atletas paraolímpicos que participam do Circuito Loterias Caixa Brasil de Atletismo, Halterofilismo
e Natação, organizado pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB). As disputas valem vaga nas etapas nacionais do circuito realizadas no segundo semestre.
A cidade foi escolhida pelo Comitê graças a estrutura do Centro Esportivo de Alto Rendimento (Cear), local onde acontecerão as provas de atletismo e natação. As
competições de halterofilismo serão realizadas na Unicamp.
As provas marcam o primeiro evento no complexo aquático do Cear que estará funcionando em sua totalidade. O espaço conta com uma piscina olímpica aquecida, uma
semi-olímpica, uma piscina para saltos de mais de cinco metros de profundidade e uma plataforma que permite saltos de 3, 5, 8 e 10 metros.
“Será nossa primeira experiência em receber um evento nacional com esse porte, com um grande número de atletas. É a chance para a população campineira conhecer
o espaço do Centro Esportivo de Alto Rendimento e prestigiar os atletas”, disse Gustavo Petta, secretário de Esportes e Lazer.
Para o coordenador nacional do atletismo, Ciro Winckler, a etapa será a última chance de descoberta de novos talentos em 2011. “É a última oportunidade do ano.
As perspectivas são as melhores. A etapa regional mais forte é a de São Paulo e agora que o Estado tem uma exclusiva, há maior possibilidade de surgirem coisas
boas”, afirma.
O presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons, estará presente nos dois dias de competição. Outra presença confirmada no evento é a ex-atleta Fabiana
Sugimori. Campineira e medalhista paraolímpica brasileira ela estará incentivando os novos talentos que disputarão esta etapa do Circuito Loterias Caixa.
Ao todo, participarão 89 atletas no halterofilismo, 414 no atletismo e 347 na natação, sendo que nessas duas últimas modalidades os atletas são todos de São Paulo.
As competições começam no sábado das 9h às 12h, das 14h às 18h e continuam no domingo, das 8h às 12h. Na natação serão disputadas provas de 150, 200 4 por 100 metros
medley; 50 e 100 metros borboleta, 50 e 100 metros costas; 50, 100, 200, 400, 4 por 50 e 40 por 100 metros livre.
No atletismo as provas são de salto em altura, distância e triplo, arremesso de peso, lançamento de disco e dardo e as de corrida nos 100, 200, 400, 800, 1500 e
5000 metros.
O Centro Esportivo de Alto Rendimento fica na Rodovia Anhanguera, km 89,5, no Swiss Park. A entrada é gratuita para quem for assistir as competições.
Paraolimpíadas Escolares
Na sexta-feira, 24 de junho, a pista de atletismo do Cear será palco das provas seletivas que irão definir os atletas que representarão São Paulo nas Paraolimpíadas
Escolares.
Serão 108 estudantes com deficiências física, visual, intelectual entre 12 e 19 anos, matriculados em escolas do ensino fundamental, médio ou especial.
As Paraolimpíadas Escolares tem como objetivo revelar talentos para representar o Brasil nas Paraolimpíadas do Rio de Janeiro de 2016. A competição é o maior evento
do gênero na América Latina, e acontece entre 26 e 31 de agosto na capital paulista.
As competições começam oficialmente às 11h, mas a partir das 9h os jovens atletas estarão no Centro Esportivo confirmando as inscrições e realizando as classificações
funcionais para as provas.
Jornais
Campinas recebe neste final de semana, 25 e 26 de junho, mais de mil atletas paraolímpicos que participam do Circuito Loterias Caixa Brasil de Atletismo, Halterofilismo
e Natação, organizado pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB). As disputas valem vaga nas etapas nacionais do circuito realizadas no segundo semestre.
A cidade foi escolhida pelo Comitê graças a estrutura do Centro Esportivo de Alto Rendimento (Cear), local onde acontecerão as provas de atletismo e natação. As
competições de halterofilismo serão realizadas na Unicamp.
As provas marcam o primeiro evento no complexo aquático do Cear que estará funcionando em sua totalidade. O espaço conta com uma piscina olímpica aquecida, uma
semi-olímpica, uma piscina para saltos de mais de cinco metros de profundidade e uma plataforma que permite saltos de 3, 5, 8 e 10 metros.
“Será nossa primeira experiência em receber um evento nacional com esse porte, com um grande número de atletas. É a chance para a população campineira conhecer
o espaço do Centro Esportivo de Alto Rendimento e prestigiar os atletas”, disse Gustavo Petta, secretário de Esportes e Lazer.
Para o coordenador nacional do atletismo, Ciro Winckler, a etapa será a última chance de descoberta de novos talentos em 2011. “É a última oportunidade do ano.
As perspectivas são as melhores. A etapa regional mais forte é a de São Paulo e agora que o Estado tem uma exclusiva, há maior possibilidade de surgirem coisas
boas”, afirma.
O presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons, estará presente nos dois dias de competição. Outra presença confirmada no evento é a ex-atleta Fabiana
Sugimori. Campineira e medalhista paraolímpica brasileira ela estará incentivando os novos talentos que disputarão esta etapa do Circuito Loterias Caixa.
Ao todo, participarão 89 atletas no halterofilismo, 414 no atletismo e 347 na natação, sendo que nessas duas últimas modalidades os atletas são todos de São Paulo.
As competições começam no sábado das 9h às 12h, das 14h às 18h e continuam no domingo, das 8h às 12h. Na natação serão disputadas provas de 150, 200 4 por 100 metros
medley; 50 e 100 metros borboleta, 50 e 100 metros costas; 50, 100, 200, 400, 4 por 50 e 40 por 100 metros livre.
No atletismo as provas são de salto em altura, distância e triplo, arremesso de peso, lançamento de disco e dardo e as de corrida nos 100, 200, 400, 800, 1500 e
5000 metros.
O Centro Esportivo de Alto Rendimento fica na Rodovia Anhanguera, km 89,5, no Swiss Park. A entrada é gratuita para quem for assistir as competições.
Paraolimpíadas Escolares
Na sexta-feira, 24 de junho, a pista de atletismo do Cear será palco das provas seletivas que irão definir os atletas que representarão São Paulo nas Paraolimpíadas
Escolares.
Serão 108 estudantes com deficiências física, visual, intelectual entre 12 e 19 anos, matriculados em escolas do ensino fundamental, médio ou especial.
As Paraolimpíadas Escolares tem como objetivo revelar talentos para representar o Brasil nas Paraolimpíadas do Rio de Janeiro de 2016. A competição é o maior evento
do gênero na América Latina, e acontece entre 26 e 31 de agosto na capital paulista.
As competições começam oficialmente às 11h, mas a partir das 9h os jovens atletas estarão no Centro Esportivo confirmando as inscrições e realizando as classificações
funcionais para as provas.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Competição acontece neste fim de semana, em Campinas (SP), com recorde de inscritos
Mais de 800 inscritos para a Regional de São Paulo
Competição acontece neste fim de semana, em Campinas (SP), com recorde de inscritos
Considerado o maior celeiro paradesportivo do País, o Estado de São Paulo ganhou uma etapa regional exclusiva em 2011. A competição reunirá neste fim de semana,
25 e 26, em Campinas (SP), 850 atletas pelo Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação. As disputas valem vaga nas etapas nacionais do
Circuito, no segundo semestre.
Para o coordenador nacional do atletismo, Ciro Winckler, a etapa de São Paulo será a última chance de descoberta de novos talentos em 2011.
“É a última oportunidade do ano. As perspectivas são as melhores. A etapa regional mais forte é que tem São Paulo e agora que o Estado tem uma exclusiva, há maior
possibilidade de surgirem coisas boas”, afirma.
Ao todo, participarão 89 atletas no halterofilismo, 414 no atletismo e 347 na natação, sendo que nessas duas últimas modalidades os atletas são todos de São Paulo.
Com o maior número de atletas na história das regionais, o halterofilismo é a única modalidade aberta para clubes de todo o País. A etapa de São Paulo será a última
chance de todos melhorarem suas marcas e se classificarem para as fases nacionais da competição.
“Esta será a etapa mais cheia que tivemos em todos os tempos. Provavelmente teremos mais recordes brasileiros sendo batidos. Os atletas irão com mais vontade”,
avalia o coordenador da modalidade, Antônio Augusto Ferreira Junior.
A etapa de São Paulo será a quarta e última regional do Circuito Loterias CAIXA de 2011. A primeira foi em março, em Fortaleza (Norte-Nordeste), a segunda em abril,
em Curitiba (Rio-Sul) e a terceira em maio, em Brasília (Centro-Leste).
CLASSIFICAÇÃO
O modelo de classificação, implementado em 2010, foi mantido: os atletas que têm, em média, 70% do recorde mundial de sua prova, estão automaticamente classificados
para as três etapas nacionais. Com esse formato, as fases regionais são momentos de observação e detecção de talentos, enquanto as nacionais passam a ser dedicadas
à elite das modalidades.
PROVAS
Sábado (25) - das 8h às 12h e das 14h às 18h
Domingo (26) – das 8h às 12h
ATLETISMO E NATAÇÃO
Suiss Park Campinas
Rodovia Anhanguera, km 90
HALTEROFILISMO
Universidade Estadual de Campinas– Unicamp
Av. Erico Veríssimo 701 – Cidade Universitária
Fonte:
CPB - www.cpb.org.br
Competição acontece neste fim de semana, em Campinas (SP), com recorde de inscritos
Considerado o maior celeiro paradesportivo do País, o Estado de São Paulo ganhou uma etapa regional exclusiva em 2011. A competição reunirá neste fim de semana,
25 e 26, em Campinas (SP), 850 atletas pelo Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação. As disputas valem vaga nas etapas nacionais do
Circuito, no segundo semestre.
Para o coordenador nacional do atletismo, Ciro Winckler, a etapa de São Paulo será a última chance de descoberta de novos talentos em 2011.
“É a última oportunidade do ano. As perspectivas são as melhores. A etapa regional mais forte é que tem São Paulo e agora que o Estado tem uma exclusiva, há maior
possibilidade de surgirem coisas boas”, afirma.
Ao todo, participarão 89 atletas no halterofilismo, 414 no atletismo e 347 na natação, sendo que nessas duas últimas modalidades os atletas são todos de São Paulo.
Com o maior número de atletas na história das regionais, o halterofilismo é a única modalidade aberta para clubes de todo o País. A etapa de São Paulo será a última
chance de todos melhorarem suas marcas e se classificarem para as fases nacionais da competição.
“Esta será a etapa mais cheia que tivemos em todos os tempos. Provavelmente teremos mais recordes brasileiros sendo batidos. Os atletas irão com mais vontade”,
avalia o coordenador da modalidade, Antônio Augusto Ferreira Junior.
A etapa de São Paulo será a quarta e última regional do Circuito Loterias CAIXA de 2011. A primeira foi em março, em Fortaleza (Norte-Nordeste), a segunda em abril,
em Curitiba (Rio-Sul) e a terceira em maio, em Brasília (Centro-Leste).
CLASSIFICAÇÃO
O modelo de classificação, implementado em 2010, foi mantido: os atletas que têm, em média, 70% do recorde mundial de sua prova, estão automaticamente classificados
para as três etapas nacionais. Com esse formato, as fases regionais são momentos de observação e detecção de talentos, enquanto as nacionais passam a ser dedicadas
à elite das modalidades.
PROVAS
Sábado (25) - das 8h às 12h e das 14h às 18h
Domingo (26) – das 8h às 12h
ATLETISMO E NATAÇÃO
Suiss Park Campinas
Rodovia Anhanguera, km 90
HALTEROFILISMO
Universidade Estadual de Campinas– Unicamp
Av. Erico Veríssimo 701 – Cidade Universitária
Fonte:
CPB - www.cpb.org.br
Marcadores:
circuito loterias caixa,
competição,
deficientes,
notícias
Competição acontece neste fim de semana, em Campinas (SP), com recorde de inscritos
Mais de 800 inscritos para a Regional de São Paulo
Competição acontece neste fim de semana, em Campinas (SP), com recorde de inscritos
Considerado o maior celeiro paradesportivo do País, o Estado de São Paulo ganhou uma etapa regional exclusiva em 2011. A competição reunirá neste fim de semana,
25 e 26, em Campinas (SP), 850 atletas pelo Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação. As disputas valem vaga nas etapas nacionais do
Circuito, no segundo semestre.
Para o coordenador nacional do atletismo, Ciro Winckler, a etapa de São Paulo será a última chance de descoberta de novos talentos em 2011.
“É a última oportunidade do ano. As perspectivas são as melhores. A etapa regional mais forte é que tem São Paulo e agora que o Estado tem uma exclusiva, há maior
possibilidade de surgirem coisas boas”, afirma.
Ao todo, participarão 89 atletas no halterofilismo, 414 no atletismo e 347 na natação, sendo que nessas duas últimas modalidades os atletas são todos de São Paulo.
Com o maior número de atletas na história das regionais, o halterofilismo é a única modalidade aberta para clubes de todo o País. A etapa de São Paulo será a última
chance de todos melhorarem suas marcas e se classificarem para as fases nacionais da competição.
“Esta será a etapa mais cheia que tivemos em todos os tempos. Provavelmente teremos mais recordes brasileiros sendo batidos. Os atletas irão com mais vontade”,
avalia o coordenador da modalidade, Antônio Augusto Ferreira Junior.
A etapa de São Paulo será a quarta e última regional do Circuito Loterias CAIXA de 2011. A primeira foi em março, em Fortaleza (Norte-Nordeste), a segunda em abril,
em Curitiba (Rio-Sul) e a terceira em maio, em Brasília (Centro-Leste).
CLASSIFICAÇÃO
O modelo de classificação, implementado em 2010, foi mantido: os atletas que têm, em média, 70% do recorde mundial de sua prova, estão automaticamente classificados
para as três etapas nacionais. Com esse formato, as fases regionais são momentos de observação e detecção de talentos, enquanto as nacionais passam a ser dedicadas
à elite das modalidades.
PROVAS
Sábado (25) - das 8h às 12h e das 14h às 18h
Domingo (26) – das 8h às 12h
ATLETISMO E NATAÇÃO
Suiss Park Campinas
Rodovia Anhanguera, km 90
HALTEROFILISMO
Universidade Estadual de Campinas– Unicamp
Av. Erico Veríssimo 701 – Cidade Universitária
Fonte:
CPB - www.cpb.org.br
Competição acontece neste fim de semana, em Campinas (SP), com recorde de inscritos
Considerado o maior celeiro paradesportivo do País, o Estado de São Paulo ganhou uma etapa regional exclusiva em 2011. A competição reunirá neste fim de semana,
25 e 26, em Campinas (SP), 850 atletas pelo Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação. As disputas valem vaga nas etapas nacionais do
Circuito, no segundo semestre.
Para o coordenador nacional do atletismo, Ciro Winckler, a etapa de São Paulo será a última chance de descoberta de novos talentos em 2011.
“É a última oportunidade do ano. As perspectivas são as melhores. A etapa regional mais forte é que tem São Paulo e agora que o Estado tem uma exclusiva, há maior
possibilidade de surgirem coisas boas”, afirma.
Ao todo, participarão 89 atletas no halterofilismo, 414 no atletismo e 347 na natação, sendo que nessas duas últimas modalidades os atletas são todos de São Paulo.
Com o maior número de atletas na história das regionais, o halterofilismo é a única modalidade aberta para clubes de todo o País. A etapa de São Paulo será a última
chance de todos melhorarem suas marcas e se classificarem para as fases nacionais da competição.
“Esta será a etapa mais cheia que tivemos em todos os tempos. Provavelmente teremos mais recordes brasileiros sendo batidos. Os atletas irão com mais vontade”,
avalia o coordenador da modalidade, Antônio Augusto Ferreira Junior.
A etapa de São Paulo será a quarta e última regional do Circuito Loterias CAIXA de 2011. A primeira foi em março, em Fortaleza (Norte-Nordeste), a segunda em abril,
em Curitiba (Rio-Sul) e a terceira em maio, em Brasília (Centro-Leste).
CLASSIFICAÇÃO
O modelo de classificação, implementado em 2010, foi mantido: os atletas que têm, em média, 70% do recorde mundial de sua prova, estão automaticamente classificados
para as três etapas nacionais. Com esse formato, as fases regionais são momentos de observação e detecção de talentos, enquanto as nacionais passam a ser dedicadas
à elite das modalidades.
PROVAS
Sábado (25) - das 8h às 12h e das 14h às 18h
Domingo (26) – das 8h às 12h
ATLETISMO E NATAÇÃO
Suiss Park Campinas
Rodovia Anhanguera, km 90
HALTEROFILISMO
Universidade Estadual de Campinas– Unicamp
Av. Erico Veríssimo 701 – Cidade Universitária
Fonte:
CPB - www.cpb.org.br
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circuito loterias caixa,
competição,
deficientes,
notícias
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Show de quebra de recordes na piscina da PUC, em Porto Alegre
Atualizado em 06/12/2010 10:59
Principais nadadores do país encerram com chave de ouro a participação no Circuito Loterias CAIXA
Show de quebra de recordes na piscina da PUC, em Porto Alegre
O último dia de competição da natação paraolímpica brasileira em 2010 deixou esperanças na coordenação técnica da modalidade. Foram quebrados, no total, 29 recordes
no Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação. 17 deles foram brasileiros e 12 do Circuito. As competições reuniram em Porto
Alegre, Rio Grande do Sul, cerca de 500 atletas que brigaram pelo ouro.
Braçada a braçada, os principais nadadores do país fecharam com chave de ouro o ano. Em agosto, a delegação brasileira foi a quinta melhor do mundo, ao trazer de
Eindhoven, Holanda, 14 ouros, 3 pratas e 9 bronzes. Em Porto Alegre, os atletas mostraram empenho e já pensam no Parapan-Americano de Guadalajara, no México, em
novembro de 2011.
Um dos nomes mais conhecidos do mundo da modalidade, Daniel Dias fechou a participação com o rotineiro ouro.
“Foi um ano sensacional. O balanço foi positivo e ainda me deixou motivado para 2011. Quero quebrar o recorde mundial nos 50m costas e vou lutar para isso. A natação
me fascina por isso, pelos desafios que ela impõe. Vou disputar o Open no Canadá, nos próximos dias, e depois o descanso merecido”, contou.
Daniel nadou 1m12s75. Tempo suficiente para arrancar aplausos da torcida. O ídolo retribuiu o carinho presenteando
um pequeno torcedor com a medalha de ouro.
“Que emoção ganhar do meu ídolo uma medalha de ouro. Nunca vou me esquecer disso”, falou emocionado o pequeno Diego Rodrigues, de 13 anos.
Também medalhista no último Mundial, Letícia Lucas teve um ótimo desempenho na última etapa do Circuito, ao quebrar dois recordes brasileiros. Letícia Lucas Ferreira
( S5) nadou os 50m costas neste domingo com o tempo de 1m00s23. No sábado a mineira já havia quebrado o recorde dos 200m medley.
“2010 foi um ano voltado para o Mundial. Primeiro pensei na convocação. No mundial, queria baixar meu tempo e consegui. Depois meu desempenho caiu um pouco, mas
treinei duro, consegui quebrar dois recordes brasileiros e foi ótimo para mim e meu técnico. Vou focar no nado medley para quem sabe fazer o recorde das Américas
antes do Parapan ”.
Esperança na nova geração
Se os medalhistas mundiais confirmaram a expectativa e garantiram a vitória, essa etapa foi considerada pela coordenação técnica como “esperançosa”. O técnico chefe
nacional da modalidade, Rui Menslin, disse que a principal característica da etapa foi a participação dos jovens atletas, a maioria oriunda das Paraolimpíadas Escolares.
“Posso ressaltar que os jovens atletas estão crescendo muito. Essa nova geração, de atletas com até os 17 anos, vem evoluindo tecnicamente o que nos deixa muito
animados. Os nadadores já consagrados nadaram bem durante o ano, no Mundial, mas esses jovens podem garantir o futuro da modalidade”, afirmou Rui.
Neste domingo, o goiano Ítalo Gomes Pereira, de 15 anos, foi um dos exemplos de garotos com potencial. Nas Escolares, Ítalo foi um dos destaques. Em Porto Alegre,
ele levou a prata nos 100m livre (S6). Ítalo tem má formação congênita nos dois pés e começou a nadar há dois anos, por recomendação médica.
“Meu grande objetivo é participar de uma Paraolimpíada e trazer uma medalha para o país”, afirmou o garoto.
SÁBADO:
Recorde do Circuito:
Carlos Farrenberg (S13 100m borboleta; 200m medley)
Joana Neves (S5 100m livre; 50m livre)
Verônica Mauadie Almeida (S7 100m livre)
Camille Cruz (S9 100m costas;)
Daniel Dias ( S5 50m costas)
Rildene Firmino ( SB3 50m costas)
Nelio de Almeira (S7 50m borboleta)
Recorde Brasileiro:
André Luis Meneghetti (S11 100M Borboleta)
Ana Luiza Halabi (S10 100m livre)
Regiane Silva (S12 100m livre)
Camille Cruz ( S9 100m livre; 50m livre)
Raquel Viel ( S12 100m costas)
Pamella de Andrade (100m costas)
Carlos Farrenberg ( SB13 100m costas)
Kelly Antunes (SM 14 200m medley)
Letícia Lucas (SM5 200m medley)
Pamella Cristina (SM8 200m medley)
Caio Amorim de Oliveira (S8 400m livre)
DOMINGO:
Recorde Brasileiro:
Leidiane Lima ( S10 100m livre)
Kelly Antunes (S14 100m borboleta)
Ana Lucia Novaes ( S5 200m livre)
Paloma Sampaio (SB5 100M costas)
Letícia Lucas Ferreira ( S5 100m costas)
Recorde Circuito:
Letícia Freitas ( S13 100m borboleta)
William Roberto Santana (S8 100m livre)
Pamella Cristina de Andrade (SB7 100M costas)
Fonte:
CPB
Principais nadadores do país encerram com chave de ouro a participação no Circuito Loterias CAIXA
Show de quebra de recordes na piscina da PUC, em Porto Alegre
O último dia de competição da natação paraolímpica brasileira em 2010 deixou esperanças na coordenação técnica da modalidade. Foram quebrados, no total, 29 recordes
no Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação. 17 deles foram brasileiros e 12 do Circuito. As competições reuniram em Porto
Alegre, Rio Grande do Sul, cerca de 500 atletas que brigaram pelo ouro.
Braçada a braçada, os principais nadadores do país fecharam com chave de ouro o ano. Em agosto, a delegação brasileira foi a quinta melhor do mundo, ao trazer de
Eindhoven, Holanda, 14 ouros, 3 pratas e 9 bronzes. Em Porto Alegre, os atletas mostraram empenho e já pensam no Parapan-Americano de Guadalajara, no México, em
novembro de 2011.
Um dos nomes mais conhecidos do mundo da modalidade, Daniel Dias fechou a participação com o rotineiro ouro.
“Foi um ano sensacional. O balanço foi positivo e ainda me deixou motivado para 2011. Quero quebrar o recorde mundial nos 50m costas e vou lutar para isso. A natação
me fascina por isso, pelos desafios que ela impõe. Vou disputar o Open no Canadá, nos próximos dias, e depois o descanso merecido”, contou.
Daniel nadou 1m12s75. Tempo suficiente para arrancar aplausos da torcida. O ídolo retribuiu o carinho presenteando
um pequeno torcedor com a medalha de ouro.
“Que emoção ganhar do meu ídolo uma medalha de ouro. Nunca vou me esquecer disso”, falou emocionado o pequeno Diego Rodrigues, de 13 anos.
Também medalhista no último Mundial, Letícia Lucas teve um ótimo desempenho na última etapa do Circuito, ao quebrar dois recordes brasileiros. Letícia Lucas Ferreira
( S5) nadou os 50m costas neste domingo com o tempo de 1m00s23. No sábado a mineira já havia quebrado o recorde dos 200m medley.
“2010 foi um ano voltado para o Mundial. Primeiro pensei na convocação. No mundial, queria baixar meu tempo e consegui. Depois meu desempenho caiu um pouco, mas
treinei duro, consegui quebrar dois recordes brasileiros e foi ótimo para mim e meu técnico. Vou focar no nado medley para quem sabe fazer o recorde das Américas
antes do Parapan ”.
Esperança na nova geração
Se os medalhistas mundiais confirmaram a expectativa e garantiram a vitória, essa etapa foi considerada pela coordenação técnica como “esperançosa”. O técnico chefe
nacional da modalidade, Rui Menslin, disse que a principal característica da etapa foi a participação dos jovens atletas, a maioria oriunda das Paraolimpíadas Escolares.
“Posso ressaltar que os jovens atletas estão crescendo muito. Essa nova geração, de atletas com até os 17 anos, vem evoluindo tecnicamente o que nos deixa muito
animados. Os nadadores já consagrados nadaram bem durante o ano, no Mundial, mas esses jovens podem garantir o futuro da modalidade”, afirmou Rui.
Neste domingo, o goiano Ítalo Gomes Pereira, de 15 anos, foi um dos exemplos de garotos com potencial. Nas Escolares, Ítalo foi um dos destaques. Em Porto Alegre,
ele levou a prata nos 100m livre (S6). Ítalo tem má formação congênita nos dois pés e começou a nadar há dois anos, por recomendação médica.
“Meu grande objetivo é participar de uma Paraolimpíada e trazer uma medalha para o país”, afirmou o garoto.
SÁBADO:
Recorde do Circuito:
Carlos Farrenberg (S13 100m borboleta; 200m medley)
Joana Neves (S5 100m livre; 50m livre)
Verônica Mauadie Almeida (S7 100m livre)
Camille Cruz (S9 100m costas;)
Daniel Dias ( S5 50m costas)
Rildene Firmino ( SB3 50m costas)
Nelio de Almeira (S7 50m borboleta)
Recorde Brasileiro:
André Luis Meneghetti (S11 100M Borboleta)
Ana Luiza Halabi (S10 100m livre)
Regiane Silva (S12 100m livre)
Camille Cruz ( S9 100m livre; 50m livre)
Raquel Viel ( S12 100m costas)
Pamella de Andrade (100m costas)
Carlos Farrenberg ( SB13 100m costas)
Kelly Antunes (SM 14 200m medley)
Letícia Lucas (SM5 200m medley)
Pamella Cristina (SM8 200m medley)
Caio Amorim de Oliveira (S8 400m livre)
DOMINGO:
Recorde Brasileiro:
Leidiane Lima ( S10 100m livre)
Kelly Antunes (S14 100m borboleta)
Ana Lucia Novaes ( S5 200m livre)
Paloma Sampaio (SB5 100M costas)
Letícia Lucas Ferreira ( S5 100m costas)
Recorde Circuito:
Letícia Freitas ( S13 100m borboleta)
William Roberto Santana (S8 100m livre)
Pamella Cristina de Andrade (SB7 100M costas)
Fonte:
CPB
Marcadores:
circuito loterias caixa,
deficientes,
natação,
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Show de quebra de recordes na piscina da PUC, em Porto Alegre
Atualizado em 06/12/2010 10:59
Principais nadadores do país encerram com chave de ouro a participação no Circuito Loterias CAIXA
Show de quebra de recordes na piscina da PUC, em Porto Alegre
O último dia de competição da natação paraolímpica brasileira em 2010 deixou esperanças na coordenação técnica da modalidade. Foram quebrados, no total, 29 recordes
no Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação. 17 deles foram brasileiros e 12 do Circuito. As competições reuniram em Porto
Alegre, Rio Grande do Sul, cerca de 500 atletas que brigaram pelo ouro.
Braçada a braçada, os principais nadadores do país fecharam com chave de ouro o ano. Em agosto, a delegação brasileira foi a quinta melhor do mundo, ao trazer de
Eindhoven, Holanda, 14 ouros, 3 pratas e 9 bronzes. Em Porto Alegre, os atletas mostraram empenho e já pensam no Parapan-Americano de Guadalajara, no México, em
novembro de 2011.
Um dos nomes mais conhecidos do mundo da modalidade, Daniel Dias fechou a participação com o rotineiro ouro.
“Foi um ano sensacional. O balanço foi positivo e ainda me deixou motivado para 2011. Quero quebrar o recorde mundial nos 50m costas e vou lutar para isso. A natação
me fascina por isso, pelos desafios que ela impõe. Vou disputar o Open no Canadá, nos próximos dias, e depois o descanso merecido”, contou.
Daniel nadou 1m12s75. Tempo suficiente para arrancar aplausos da torcida. O ídolo retribuiu o carinho presenteando
um pequeno torcedor com a medalha de ouro.
“Que emoção ganhar do meu ídolo uma medalha de ouro. Nunca vou me esquecer disso”, falou emocionado o pequeno Diego Rodrigues, de 13 anos.
Também medalhista no último Mundial, Letícia Lucas teve um ótimo desempenho na última etapa do Circuito, ao quebrar dois recordes brasileiros. Letícia Lucas Ferreira
( S5) nadou os 50m costas neste domingo com o tempo de 1m00s23. No sábado a mineira já havia quebrado o recorde dos 200m medley.
“2010 foi um ano voltado para o Mundial. Primeiro pensei na convocação. No mundial, queria baixar meu tempo e consegui. Depois meu desempenho caiu um pouco, mas
treinei duro, consegui quebrar dois recordes brasileiros e foi ótimo para mim e meu técnico. Vou focar no nado medley para quem sabe fazer o recorde das Américas
antes do Parapan ”.
Esperança na nova geração
Se os medalhistas mundiais confirmaram a expectativa e garantiram a vitória, essa etapa foi considerada pela coordenação técnica como “esperançosa”. O técnico chefe
nacional da modalidade, Rui Menslin, disse que a principal característica da etapa foi a participação dos jovens atletas, a maioria oriunda das Paraolimpíadas Escolares.
“Posso ressaltar que os jovens atletas estão crescendo muito. Essa nova geração, de atletas com até os 17 anos, vem evoluindo tecnicamente o que nos deixa muito
animados. Os nadadores já consagrados nadaram bem durante o ano, no Mundial, mas esses jovens podem garantir o futuro da modalidade”, afirmou Rui.
Neste domingo, o goiano Ítalo Gomes Pereira, de 15 anos, foi um dos exemplos de garotos com potencial. Nas Escolares, Ítalo foi um dos destaques. Em Porto Alegre,
ele levou a prata nos 100m livre (S6). Ítalo tem má formação congênita nos dois pés e começou a nadar há dois anos, por recomendação médica.
“Meu grande objetivo é participar de uma Paraolimpíada e trazer uma medalha para o país”, afirmou o garoto.
SÁBADO:
Recorde do Circuito:
Carlos Farrenberg (S13 100m borboleta; 200m medley)
Joana Neves (S5 100m livre; 50m livre)
Verônica Mauadie Almeida (S7 100m livre)
Camille Cruz (S9 100m costas;)
Daniel Dias ( S5 50m costas)
Rildene Firmino ( SB3 50m costas)
Nelio de Almeira (S7 50m borboleta)
Recorde Brasileiro:
André Luis Meneghetti (S11 100M Borboleta)
Ana Luiza Halabi (S10 100m livre)
Regiane Silva (S12 100m livre)
Camille Cruz ( S9 100m livre; 50m livre)
Raquel Viel ( S12 100m costas)
Pamella de Andrade (100m costas)
Carlos Farrenberg ( SB13 100m costas)
Kelly Antunes (SM 14 200m medley)
Letícia Lucas (SM5 200m medley)
Pamella Cristina (SM8 200m medley)
Caio Amorim de Oliveira (S8 400m livre)
DOMINGO:
Recorde Brasileiro:
Leidiane Lima ( S10 100m livre)
Kelly Antunes (S14 100m borboleta)
Ana Lucia Novaes ( S5 200m livre)
Paloma Sampaio (SB5 100M costas)
Letícia Lucas Ferreira ( S5 100m costas)
Recorde Circuito:
Letícia Freitas ( S13 100m borboleta)
William Roberto Santana (S8 100m livre)
Pamella Cristina de Andrade (SB7 100M costas)
Fonte:
CPB
Principais nadadores do país encerram com chave de ouro a participação no Circuito Loterias CAIXA
Show de quebra de recordes na piscina da PUC, em Porto Alegre
O último dia de competição da natação paraolímpica brasileira em 2010 deixou esperanças na coordenação técnica da modalidade. Foram quebrados, no total, 29 recordes
no Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação. 17 deles foram brasileiros e 12 do Circuito. As competições reuniram em Porto
Alegre, Rio Grande do Sul, cerca de 500 atletas que brigaram pelo ouro.
Braçada a braçada, os principais nadadores do país fecharam com chave de ouro o ano. Em agosto, a delegação brasileira foi a quinta melhor do mundo, ao trazer de
Eindhoven, Holanda, 14 ouros, 3 pratas e 9 bronzes. Em Porto Alegre, os atletas mostraram empenho e já pensam no Parapan-Americano de Guadalajara, no México, em
novembro de 2011.
Um dos nomes mais conhecidos do mundo da modalidade, Daniel Dias fechou a participação com o rotineiro ouro.
“Foi um ano sensacional. O balanço foi positivo e ainda me deixou motivado para 2011. Quero quebrar o recorde mundial nos 50m costas e vou lutar para isso. A natação
me fascina por isso, pelos desafios que ela impõe. Vou disputar o Open no Canadá, nos próximos dias, e depois o descanso merecido”, contou.
Daniel nadou 1m12s75. Tempo suficiente para arrancar aplausos da torcida. O ídolo retribuiu o carinho presenteando
um pequeno torcedor com a medalha de ouro.
“Que emoção ganhar do meu ídolo uma medalha de ouro. Nunca vou me esquecer disso”, falou emocionado o pequeno Diego Rodrigues, de 13 anos.
Também medalhista no último Mundial, Letícia Lucas teve um ótimo desempenho na última etapa do Circuito, ao quebrar dois recordes brasileiros. Letícia Lucas Ferreira
( S5) nadou os 50m costas neste domingo com o tempo de 1m00s23. No sábado a mineira já havia quebrado o recorde dos 200m medley.
“2010 foi um ano voltado para o Mundial. Primeiro pensei na convocação. No mundial, queria baixar meu tempo e consegui. Depois meu desempenho caiu um pouco, mas
treinei duro, consegui quebrar dois recordes brasileiros e foi ótimo para mim e meu técnico. Vou focar no nado medley para quem sabe fazer o recorde das Américas
antes do Parapan ”.
Esperança na nova geração
Se os medalhistas mundiais confirmaram a expectativa e garantiram a vitória, essa etapa foi considerada pela coordenação técnica como “esperançosa”. O técnico chefe
nacional da modalidade, Rui Menslin, disse que a principal característica da etapa foi a participação dos jovens atletas, a maioria oriunda das Paraolimpíadas Escolares.
“Posso ressaltar que os jovens atletas estão crescendo muito. Essa nova geração, de atletas com até os 17 anos, vem evoluindo tecnicamente o que nos deixa muito
animados. Os nadadores já consagrados nadaram bem durante o ano, no Mundial, mas esses jovens podem garantir o futuro da modalidade”, afirmou Rui.
Neste domingo, o goiano Ítalo Gomes Pereira, de 15 anos, foi um dos exemplos de garotos com potencial. Nas Escolares, Ítalo foi um dos destaques. Em Porto Alegre,
ele levou a prata nos 100m livre (S6). Ítalo tem má formação congênita nos dois pés e começou a nadar há dois anos, por recomendação médica.
“Meu grande objetivo é participar de uma Paraolimpíada e trazer uma medalha para o país”, afirmou o garoto.
SÁBADO:
Recorde do Circuito:
Carlos Farrenberg (S13 100m borboleta; 200m medley)
Joana Neves (S5 100m livre; 50m livre)
Verônica Mauadie Almeida (S7 100m livre)
Camille Cruz (S9 100m costas;)
Daniel Dias ( S5 50m costas)
Rildene Firmino ( SB3 50m costas)
Nelio de Almeira (S7 50m borboleta)
Recorde Brasileiro:
André Luis Meneghetti (S11 100M Borboleta)
Ana Luiza Halabi (S10 100m livre)
Regiane Silva (S12 100m livre)
Camille Cruz ( S9 100m livre; 50m livre)
Raquel Viel ( S12 100m costas)
Pamella de Andrade (100m costas)
Carlos Farrenberg ( SB13 100m costas)
Kelly Antunes (SM 14 200m medley)
Letícia Lucas (SM5 200m medley)
Pamella Cristina (SM8 200m medley)
Caio Amorim de Oliveira (S8 400m livre)
DOMINGO:
Recorde Brasileiro:
Leidiane Lima ( S10 100m livre)
Kelly Antunes (S14 100m borboleta)
Ana Lucia Novaes ( S5 200m livre)
Paloma Sampaio (SB5 100M costas)
Letícia Lucas Ferreira ( S5 100m costas)
Recorde Circuito:
Letícia Freitas ( S13 100m borboleta)
William Roberto Santana (S8 100m livre)
Pamella Cristina de Andrade (SB7 100M costas)
Fonte:
CPB
Marcadores:
circuito loterias caixa,
deficientes,
natação,
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Porto Alegre recebe a última etapa do Circuito Loterias CAIXA
Porto Alegre recebe a última etapa do Circuito Loterias CAIXA
26/11/2010
Competição reunirá os melhores atletas do país e definirá o título de melhor de Brasil. Provas serão 4 e 5 de dezembro
Cerca de 500 atletas de todo o país desembarcam semana que vem em Porto Alegre (RS) para a última etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico
de Atletismo, Halterofilismo e Natação.
Às vésperas de embarcar para o Mundial de Atletismo, que será em janeiro, na Nova Zelândia, os 25 representantes do Brasil devem ser os destaques das competições
na pista da Sogipa.
“Eles irão mostrar um pouco do que acontecerá no Mundial, pois já estão na fase final de preparação”, explica o coordenador da modalidade do CPB, Ciro Winckler.
Na piscina da PUC, são os jovens talentos que devem se destacar entre os mais de 200 nadadores.
“Depois da segunda etapa nacional, que ocorreu logo após o Mundial, os atletas devem voltar a fazer boas marcas. É a hora dos novos talentos aparecerem. Esta etapa
será uma prévia de 2011”, diz o coordenador de natação do CPB, Murilo Barreto.
O país representado
Entre os quase 500 atletas inscritos, 19 estados mais o Distrito Federal, além da Argentina, estão representados na última etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA
Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação.
São Paulo é o estado com a maior delegação, com 117 atletas. O Pará tem a menor, com apenas um representante, no atletismo: o velocista Bruno Lins. Os donos da
casa têm nove representantes, divididos nas três modalidades.
Premiação
Os 20 melhores atletas do atletismo e os 20 melhores da natação receberão um prêmio de R$ 1 mil cada. Os respectivos técnicos e atletas guias também recebem R$
600 cada. No halterofilismo a premiação é para os três melhores atletas masculinos e as duas melhores no feminino. O clube que tiver maior número de atletas entre
os 20 melhores de cada modalidade receberá premiação de R$ 3 mil.
Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação
Atletismo
Sábado das 8h às 12h e das 14h às 18h
Domingo das 8h às 12h
SOGIPA – Sociedade de Ginástica Porto Alegre
Rua Barão de Cotegipe, 415
CEP 90540-020 – Porto Alegre - RS
Halterofilismo
Sábado das 8h às 12h e das 15h às 18h
SOGIPA – Sociedade de Ginástica Porto Alegre
Rua Barão de Cotegipe, 415
CEP 90540-020 – Porto Alegre - RS
Natação
Sábado das 14h às 18h e das 19h às 22h
Domingo das 8h às 12h
PUC – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Av. Ipiranga, 6681 - Partenon
CEP: 90619-900 - Porto Alegre – RS
Fonte:
CPB
26/11/2010
Competição reunirá os melhores atletas do país e definirá o título de melhor de Brasil. Provas serão 4 e 5 de dezembro
Cerca de 500 atletas de todo o país desembarcam semana que vem em Porto Alegre (RS) para a última etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico
de Atletismo, Halterofilismo e Natação.
Às vésperas de embarcar para o Mundial de Atletismo, que será em janeiro, na Nova Zelândia, os 25 representantes do Brasil devem ser os destaques das competições
na pista da Sogipa.
“Eles irão mostrar um pouco do que acontecerá no Mundial, pois já estão na fase final de preparação”, explica o coordenador da modalidade do CPB, Ciro Winckler.
Na piscina da PUC, são os jovens talentos que devem se destacar entre os mais de 200 nadadores.
“Depois da segunda etapa nacional, que ocorreu logo após o Mundial, os atletas devem voltar a fazer boas marcas. É a hora dos novos talentos aparecerem. Esta etapa
será uma prévia de 2011”, diz o coordenador de natação do CPB, Murilo Barreto.
O país representado
Entre os quase 500 atletas inscritos, 19 estados mais o Distrito Federal, além da Argentina, estão representados na última etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA
Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação.
São Paulo é o estado com a maior delegação, com 117 atletas. O Pará tem a menor, com apenas um representante, no atletismo: o velocista Bruno Lins. Os donos da
casa têm nove representantes, divididos nas três modalidades.
Premiação
Os 20 melhores atletas do atletismo e os 20 melhores da natação receberão um prêmio de R$ 1 mil cada. Os respectivos técnicos e atletas guias também recebem R$
600 cada. No halterofilismo a premiação é para os três melhores atletas masculinos e as duas melhores no feminino. O clube que tiver maior número de atletas entre
os 20 melhores de cada modalidade receberá premiação de R$ 3 mil.
Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação
Atletismo
Sábado das 8h às 12h e das 14h às 18h
Domingo das 8h às 12h
SOGIPA – Sociedade de Ginástica Porto Alegre
Rua Barão de Cotegipe, 415
CEP 90540-020 – Porto Alegre - RS
Halterofilismo
Sábado das 8h às 12h e das 15h às 18h
SOGIPA – Sociedade de Ginástica Porto Alegre
Rua Barão de Cotegipe, 415
CEP 90540-020 – Porto Alegre - RS
Natação
Sábado das 14h às 18h e das 19h às 22h
Domingo das 8h às 12h
PUC – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Av. Ipiranga, 6681 - Partenon
CEP: 90619-900 - Porto Alegre – RS
Fonte:
CPB
Marcadores:
circuito loterias caixa,
competição,
deficientes,
notícias
Porto Alegre recebe a última etapa do Circuito Loterias CAIXA
Porto Alegre recebe a última etapa do Circuito Loterias CAIXA
26/11/2010
Competição reunirá os melhores atletas do país e definirá o título de melhor de Brasil. Provas serão 4 e 5 de dezembro
Cerca de 500 atletas de todo o país desembarcam semana que vem em Porto Alegre (RS) para a última etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico
de Atletismo, Halterofilismo e Natação.
Às vésperas de embarcar para o Mundial de Atletismo, que será em janeiro, na Nova Zelândia, os 25 representantes do Brasil devem ser os destaques das competições
na pista da Sogipa.
“Eles irão mostrar um pouco do que acontecerá no Mundial, pois já estão na fase final de preparação”, explica o coordenador da modalidade do CPB, Ciro Winckler.
Na piscina da PUC, são os jovens talentos que devem se destacar entre os mais de 200 nadadores.
“Depois da segunda etapa nacional, que ocorreu logo após o Mundial, os atletas devem voltar a fazer boas marcas. É a hora dos novos talentos aparecerem. Esta etapa
será uma prévia de 2011”, diz o coordenador de natação do CPB, Murilo Barreto.
O país representado
Entre os quase 500 atletas inscritos, 19 estados mais o Distrito Federal, além da Argentina, estão representados na última etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA
Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação.
São Paulo é o estado com a maior delegação, com 117 atletas. O Pará tem a menor, com apenas um representante, no atletismo: o velocista Bruno Lins. Os donos da
casa têm nove representantes, divididos nas três modalidades.
Premiação
Os 20 melhores atletas do atletismo e os 20 melhores da natação receberão um prêmio de R$ 1 mil cada. Os respectivos técnicos e atletas guias também recebem R$
600 cada. No halterofilismo a premiação é para os três melhores atletas masculinos e as duas melhores no feminino. O clube que tiver maior número de atletas entre
os 20 melhores de cada modalidade receberá premiação de R$ 3 mil.
Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação
Atletismo
Sábado das 8h às 12h e das 14h às 18h
Domingo das 8h às 12h
SOGIPA – Sociedade de Ginástica Porto Alegre
Rua Barão de Cotegipe, 415
CEP 90540-020 – Porto Alegre - RS
Halterofilismo
Sábado das 8h às 12h e das 15h às 18h
SOGIPA – Sociedade de Ginástica Porto Alegre
Rua Barão de Cotegipe, 415
CEP 90540-020 – Porto Alegre - RS
Natação
Sábado das 14h às 18h e das 19h às 22h
Domingo das 8h às 12h
PUC – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Av. Ipiranga, 6681 - Partenon
CEP: 90619-900 - Porto Alegre – RS
Fonte:
CPB
26/11/2010
Competição reunirá os melhores atletas do país e definirá o título de melhor de Brasil. Provas serão 4 e 5 de dezembro
Cerca de 500 atletas de todo o país desembarcam semana que vem em Porto Alegre (RS) para a última etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico
de Atletismo, Halterofilismo e Natação.
Às vésperas de embarcar para o Mundial de Atletismo, que será em janeiro, na Nova Zelândia, os 25 representantes do Brasil devem ser os destaques das competições
na pista da Sogipa.
“Eles irão mostrar um pouco do que acontecerá no Mundial, pois já estão na fase final de preparação”, explica o coordenador da modalidade do CPB, Ciro Winckler.
Na piscina da PUC, são os jovens talentos que devem se destacar entre os mais de 200 nadadores.
“Depois da segunda etapa nacional, que ocorreu logo após o Mundial, os atletas devem voltar a fazer boas marcas. É a hora dos novos talentos aparecerem. Esta etapa
será uma prévia de 2011”, diz o coordenador de natação do CPB, Murilo Barreto.
O país representado
Entre os quase 500 atletas inscritos, 19 estados mais o Distrito Federal, além da Argentina, estão representados na última etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA
Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação.
São Paulo é o estado com a maior delegação, com 117 atletas. O Pará tem a menor, com apenas um representante, no atletismo: o velocista Bruno Lins. Os donos da
casa têm nove representantes, divididos nas três modalidades.
Premiação
Os 20 melhores atletas do atletismo e os 20 melhores da natação receberão um prêmio de R$ 1 mil cada. Os respectivos técnicos e atletas guias também recebem R$
600 cada. No halterofilismo a premiação é para os três melhores atletas masculinos e as duas melhores no feminino. O clube que tiver maior número de atletas entre
os 20 melhores de cada modalidade receberá premiação de R$ 3 mil.
Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação
Atletismo
Sábado das 8h às 12h e das 14h às 18h
Domingo das 8h às 12h
SOGIPA – Sociedade de Ginástica Porto Alegre
Rua Barão de Cotegipe, 415
CEP 90540-020 – Porto Alegre - RS
Halterofilismo
Sábado das 8h às 12h e das 15h às 18h
SOGIPA – Sociedade de Ginástica Porto Alegre
Rua Barão de Cotegipe, 415
CEP 90540-020 – Porto Alegre - RS
Natação
Sábado das 14h às 18h e das 19h às 22h
Domingo das 8h às 12h
PUC – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Av. Ipiranga, 6681 - Partenon
CEP: 90619-900 - Porto Alegre – RS
Fonte:
CPB
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competição,
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Estrelas Mundiais competirão no Meeting Internacional Loterias CAIXA de atletismo e natação
Cerca de 150 atletas, de 19 países, competirão nos dias 23 e 24 no Complexo do Maracanã, no Rio de Janeiro
Estrelas Mundiais competirão no Meeting Internacional Loterias CAIXA de atletismo e natação
Alguns dos principais nomes do Esporte Paraolímpico mundial se reunirão dias 23 e 24 no Rio de Janeiro para o Meeting Internacional Loterias CAIXA de Atletismo
e Natação. Serão cerca de 150 atletas de 19 países competindo nas águas do Júlio Delamare e na pista do Célio de Barros, no complexo do Maracanã. Os cariocas poderão
ver de perto algumas das estrelas que brilharam no Campeonato Mundial de Natação, em Eindhoven, na Holanda, em agosto, e algumas das que irão brilhar no Campeonato
Mundial de Atletismo, em Christchurch, na Nova Zelândia, em janeiro.
“A expectativa para esse evento é que os atletas mostrem um pouco do que acontecerá no mundial e que os brasileiros possam medir forças e perceber em qual estágio
estão em sua caminhada em direção a Nova Zelândia”, explica o coordenador técnico de Atletismo do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Ciro Winckler.
Entre as promessas de medalhas para o Brasil estão Alan Fontelles, primeiro do ranking mundial dos 100m T43; Yohansson do Nascimento, melhor do mundo em 2010 nas
provas dos 100m e 200m T45; Jonathan Santos, dono de seis recordes mundiais só este ano no lançamento de disco e arremesso de peso F40; Lucas Prado, dono de três
ouros paraolímpicos e outros três mundiais; e Terezinha Guilhermina, campeã paraolímpica e mundial.
Mas a vida dos donos da casa não será fácil. Entre os estrangeiros que prometem fazer bonito no Rio de Janeiro estão a cubana Yunidis Castillo, recordista mundial
dos 100m e 200m T46; o polonês Pawel Piotrowski, melhor do mundo no lançamento de dardo e arremesso de peso F38; o espanhol Abel Avila, recordista mundial dos 1.500m
T12; e o norteamericano Jim Bob Bizzel, vencedor em Pequim 2008 e recordista mundial nos 200m e 400m T44.
Na natação, destaque para a norteamericana Mallory Weggemann, da classe S7. Recordista mundial nos 100m e 400m livre e nos 100m peito, além de ser campeã mundial
nos 50m borboleta, Mallory fará uma boa disputa com a brasileira Verônica Almeida, que foi a terceira no Mundial.
Entre os homens, Curtis Lovejoy, recordista mundial nos 50m livre, 100m livre e 50m peito da classe S2, deve brilhar. Assim como o alemão Sebastian Iwanow, campeão
mundial nos 100m livre S6, e o português Emanuel Gonçalves, bronze na maratona aquática S10.
Na classe S13, o duelo deverá ser entre o sul-africano Charles Bower, vice-campeão mundial, e o brasileiro Carlos Farrenberg.
Os brasileiros, aliás, também darão um grande espetáculo. Destaque para Daniel Dias (S5), que conquistou oito ouros no Mundial de Natação, Andre Brasil (S10), dono
de outras cinco medalhas douradas, Edênia Garcia (S4), campeã mundial, e Joana Silva, revelação da competição, bronze nos 50m borboleta S5.
“Sempre é importante para o desenvolvimento da natação paraolímpica realizar competições com atletas de outros países e com ótimo nível técnico. Assim também, podemos
mostrar a nossa boa infraestrutura e excelente organização de eventos internacionais, dando uma maior visibilidade ao Movimento Paraolímpico”, ressalta o coordenador
técnico da natação do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Murilo Barreto.
Fonte:
CPB
Estrelas Mundiais competirão no Meeting Internacional Loterias CAIXA de atletismo e natação
Alguns dos principais nomes do Esporte Paraolímpico mundial se reunirão dias 23 e 24 no Rio de Janeiro para o Meeting Internacional Loterias CAIXA de Atletismo
e Natação. Serão cerca de 150 atletas de 19 países competindo nas águas do Júlio Delamare e na pista do Célio de Barros, no complexo do Maracanã. Os cariocas poderão
ver de perto algumas das estrelas que brilharam no Campeonato Mundial de Natação, em Eindhoven, na Holanda, em agosto, e algumas das que irão brilhar no Campeonato
Mundial de Atletismo, em Christchurch, na Nova Zelândia, em janeiro.
“A expectativa para esse evento é que os atletas mostrem um pouco do que acontecerá no mundial e que os brasileiros possam medir forças e perceber em qual estágio
estão em sua caminhada em direção a Nova Zelândia”, explica o coordenador técnico de Atletismo do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Ciro Winckler.
Entre as promessas de medalhas para o Brasil estão Alan Fontelles, primeiro do ranking mundial dos 100m T43; Yohansson do Nascimento, melhor do mundo em 2010 nas
provas dos 100m e 200m T45; Jonathan Santos, dono de seis recordes mundiais só este ano no lançamento de disco e arremesso de peso F40; Lucas Prado, dono de três
ouros paraolímpicos e outros três mundiais; e Terezinha Guilhermina, campeã paraolímpica e mundial.
Mas a vida dos donos da casa não será fácil. Entre os estrangeiros que prometem fazer bonito no Rio de Janeiro estão a cubana Yunidis Castillo, recordista mundial
dos 100m e 200m T46; o polonês Pawel Piotrowski, melhor do mundo no lançamento de dardo e arremesso de peso F38; o espanhol Abel Avila, recordista mundial dos 1.500m
T12; e o norteamericano Jim Bob Bizzel, vencedor em Pequim 2008 e recordista mundial nos 200m e 400m T44.
Na natação, destaque para a norteamericana Mallory Weggemann, da classe S7. Recordista mundial nos 100m e 400m livre e nos 100m peito, além de ser campeã mundial
nos 50m borboleta, Mallory fará uma boa disputa com a brasileira Verônica Almeida, que foi a terceira no Mundial.
Entre os homens, Curtis Lovejoy, recordista mundial nos 50m livre, 100m livre e 50m peito da classe S2, deve brilhar. Assim como o alemão Sebastian Iwanow, campeão
mundial nos 100m livre S6, e o português Emanuel Gonçalves, bronze na maratona aquática S10.
Na classe S13, o duelo deverá ser entre o sul-africano Charles Bower, vice-campeão mundial, e o brasileiro Carlos Farrenberg.
Os brasileiros, aliás, também darão um grande espetáculo. Destaque para Daniel Dias (S5), que conquistou oito ouros no Mundial de Natação, Andre Brasil (S10), dono
de outras cinco medalhas douradas, Edênia Garcia (S4), campeã mundial, e Joana Silva, revelação da competição, bronze nos 50m borboleta S5.
“Sempre é importante para o desenvolvimento da natação paraolímpica realizar competições com atletas de outros países e com ótimo nível técnico. Assim também, podemos
mostrar a nossa boa infraestrutura e excelente organização de eventos internacionais, dando uma maior visibilidade ao Movimento Paraolímpico”, ressalta o coordenador
técnico da natação do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Murilo Barreto.
Fonte:
CPB
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meeting,
natação,
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Estrelas Mundiais competirão no Meeting Internacional Loterias CAIXA de atletismo e natação
Cerca de 150 atletas, de 19 países, competirão nos dias 23 e 24 no Complexo do Maracanã, no Rio de Janeiro
Estrelas Mundiais competirão no Meeting Internacional Loterias CAIXA de atletismo e natação
Alguns dos principais nomes do Esporte Paraolímpico mundial se reunirão dias 23 e 24 no Rio de Janeiro para o Meeting Internacional Loterias CAIXA de Atletismo
e Natação. Serão cerca de 150 atletas de 19 países competindo nas águas do Júlio Delamare e na pista do Célio de Barros, no complexo do Maracanã. Os cariocas poderão
ver de perto algumas das estrelas que brilharam no Campeonato Mundial de Natação, em Eindhoven, na Holanda, em agosto, e algumas das que irão brilhar no Campeonato
Mundial de Atletismo, em Christchurch, na Nova Zelândia, em janeiro.
“A expectativa para esse evento é que os atletas mostrem um pouco do que acontecerá no mundial e que os brasileiros possam medir forças e perceber em qual estágio
estão em sua caminhada em direção a Nova Zelândia”, explica o coordenador técnico de Atletismo do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Ciro Winckler.
Entre as promessas de medalhas para o Brasil estão Alan Fontelles, primeiro do ranking mundial dos 100m T43; Yohansson do Nascimento, melhor do mundo em 2010 nas
provas dos 100m e 200m T45; Jonathan Santos, dono de seis recordes mundiais só este ano no lançamento de disco e arremesso de peso F40; Lucas Prado, dono de três
ouros paraolímpicos e outros três mundiais; e Terezinha Guilhermina, campeã paraolímpica e mundial.
Mas a vida dos donos da casa não será fácil. Entre os estrangeiros que prometem fazer bonito no Rio de Janeiro estão a cubana Yunidis Castillo, recordista mundial
dos 100m e 200m T46; o polonês Pawel Piotrowski, melhor do mundo no lançamento de dardo e arremesso de peso F38; o espanhol Abel Avila, recordista mundial dos 1.500m
T12; e o norteamericano Jim Bob Bizzel, vencedor em Pequim 2008 e recordista mundial nos 200m e 400m T44.
Na natação, destaque para a norteamericana Mallory Weggemann, da classe S7. Recordista mundial nos 100m e 400m livre e nos 100m peito, além de ser campeã mundial
nos 50m borboleta, Mallory fará uma boa disputa com a brasileira Verônica Almeida, que foi a terceira no Mundial.
Entre os homens, Curtis Lovejoy, recordista mundial nos 50m livre, 100m livre e 50m peito da classe S2, deve brilhar. Assim como o alemão Sebastian Iwanow, campeão
mundial nos 100m livre S6, e o português Emanuel Gonçalves, bronze na maratona aquática S10.
Na classe S13, o duelo deverá ser entre o sul-africano Charles Bower, vice-campeão mundial, e o brasileiro Carlos Farrenberg.
Os brasileiros, aliás, também darão um grande espetáculo. Destaque para Daniel Dias (S5), que conquistou oito ouros no Mundial de Natação, Andre Brasil (S10), dono
de outras cinco medalhas douradas, Edênia Garcia (S4), campeã mundial, e Joana Silva, revelação da competição, bronze nos 50m borboleta S5.
“Sempre é importante para o desenvolvimento da natação paraolímpica realizar competições com atletas de outros países e com ótimo nível técnico. Assim também, podemos
mostrar a nossa boa infraestrutura e excelente organização de eventos internacionais, dando uma maior visibilidade ao Movimento Paraolímpico”, ressalta o coordenador
técnico da natação do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Murilo Barreto.
Fonte:
CPB
Estrelas Mundiais competirão no Meeting Internacional Loterias CAIXA de atletismo e natação
Alguns dos principais nomes do Esporte Paraolímpico mundial se reunirão dias 23 e 24 no Rio de Janeiro para o Meeting Internacional Loterias CAIXA de Atletismo
e Natação. Serão cerca de 150 atletas de 19 países competindo nas águas do Júlio Delamare e na pista do Célio de Barros, no complexo do Maracanã. Os cariocas poderão
ver de perto algumas das estrelas que brilharam no Campeonato Mundial de Natação, em Eindhoven, na Holanda, em agosto, e algumas das que irão brilhar no Campeonato
Mundial de Atletismo, em Christchurch, na Nova Zelândia, em janeiro.
“A expectativa para esse evento é que os atletas mostrem um pouco do que acontecerá no mundial e que os brasileiros possam medir forças e perceber em qual estágio
estão em sua caminhada em direção a Nova Zelândia”, explica o coordenador técnico de Atletismo do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Ciro Winckler.
Entre as promessas de medalhas para o Brasil estão Alan Fontelles, primeiro do ranking mundial dos 100m T43; Yohansson do Nascimento, melhor do mundo em 2010 nas
provas dos 100m e 200m T45; Jonathan Santos, dono de seis recordes mundiais só este ano no lançamento de disco e arremesso de peso F40; Lucas Prado, dono de três
ouros paraolímpicos e outros três mundiais; e Terezinha Guilhermina, campeã paraolímpica e mundial.
Mas a vida dos donos da casa não será fácil. Entre os estrangeiros que prometem fazer bonito no Rio de Janeiro estão a cubana Yunidis Castillo, recordista mundial
dos 100m e 200m T46; o polonês Pawel Piotrowski, melhor do mundo no lançamento de dardo e arremesso de peso F38; o espanhol Abel Avila, recordista mundial dos 1.500m
T12; e o norteamericano Jim Bob Bizzel, vencedor em Pequim 2008 e recordista mundial nos 200m e 400m T44.
Na natação, destaque para a norteamericana Mallory Weggemann, da classe S7. Recordista mundial nos 100m e 400m livre e nos 100m peito, além de ser campeã mundial
nos 50m borboleta, Mallory fará uma boa disputa com a brasileira Verônica Almeida, que foi a terceira no Mundial.
Entre os homens, Curtis Lovejoy, recordista mundial nos 50m livre, 100m livre e 50m peito da classe S2, deve brilhar. Assim como o alemão Sebastian Iwanow, campeão
mundial nos 100m livre S6, e o português Emanuel Gonçalves, bronze na maratona aquática S10.
Na classe S13, o duelo deverá ser entre o sul-africano Charles Bower, vice-campeão mundial, e o brasileiro Carlos Farrenberg.
Os brasileiros, aliás, também darão um grande espetáculo. Destaque para Daniel Dias (S5), que conquistou oito ouros no Mundial de Natação, Andre Brasil (S10), dono
de outras cinco medalhas douradas, Edênia Garcia (S4), campeã mundial, e Joana Silva, revelação da competição, bronze nos 50m borboleta S5.
“Sempre é importante para o desenvolvimento da natação paraolímpica realizar competições com atletas de outros países e com ótimo nível técnico. Assim também, podemos
mostrar a nossa boa infraestrutura e excelente organização de eventos internacionais, dando uma maior visibilidade ao Movimento Paraolímpico”, ressalta o coordenador
técnico da natação do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Murilo Barreto.
Fonte:
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circuito loterias caixa,
deficientes,
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natação,
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Segunda etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico
Segunda etapa do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico
Atletas de ponta dão palestra em Cumbica, São Paulo
As vésperas da segunda etapa do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação, os medalhistas Yohansson do Nascimento Ferreira,
Thiago Barbosa de Souza e Phelipe Andrew Rodrigues deram uma palestra sobre o atletismo e a natação paraolímpica para mais de 50 pessoas, na Agência da Caixa de
Cumbica, São Paulo.
Recém chegado do Mundial de Natação Paraolímpica, que ocorreu em Eindhoven, na Holanda, Phelipe Andrews Rodrigues (S10), contou das conquistas no esporte e do início
na carreira. Na última semana, ele ganhou três medalhas, sendo uma prata (revezamento) e dois bronzes (50m e 100m livres).
Com má formação congênita no pé, aos seis meses Phelipe passou por duas cirurgias. Por recomendação de seu fisioterapeuta, ingressou na natação.
“Caí na piscina aos oito meses de idade. Sempre tive vontade de jogar bola, mas sou perna de pau”, brinca. Phelipe conta que em 2004 nadava com atletas convencionais.
Quatro anos depois, o atleta foi convidado para participar das Paraolimpíadas de Pequim, em 2008, após conquistar o índice em sua primeira prova paraolímpica. Nos
últimos Jogos, Phelipe conquistou duas pratas: nos 50m e 100m.
Depois de conhecerem detalhes da natação paraolímpica, o público conferiu um pouco mais sobre o atletismo. Thiago, que nasceu com as pernas emboladas na cintura,
passou por 12 cirurgias ainda na infância. No esporte, ele encontrou uma forma de melhorar sua mobilidade. Aos 13 anos, Thiaguinho, como é conhecido, decidiu correr
de muletas.
Após a breve experiência, o atleta começou a participar de competições com cadeira de rodas. No início, a cadeira pesava 18 kg. “Atualmente corro com uma de 4 kg.
Essa mudança me ajuda a melhorar minha aerodinâmica. Estou totalmente focado no mundial de atletismo, que vai ocorrer em janeiro, na Nova Zelândia. Thiago, de 20
anos, está na classe T-54 (lesão nos membros inferiores). No Parapan Juvenil da Colômbia, ele levou três ouros.
Para finalizar a palestra, Yohansson, natural de Maceió, explicou ao público que a origem de seu nome foi uma homenagem a um piloto francês. Com 22 anos, o atleta
carrega no currículo duas medalhas paraolímpicas, uma prata e um bronze, nos jogos de Pequim, em 2008.
“Aproveitei o embalo da história do meu nome e já nasci apaixonado por corrida”, brinca. “Nasci sem as duas mãos, mas nunca fui de me queixar, reclamar. Não deixo
de fazer nada por isso. Pelo contrário, sempre sonho mais. Espero abaixar meu tempo e conquistar mais ouros”, finaliza.
Segunda etapa do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico
Phelipe, Thiago e Yohansson continuam em São Paulo até domingo. Os melhores atletas do Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação entrarão em ação este fim
de semana, na segunda etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação.
Serão mais de 700 atletas, de sete países, competindo pelo lugar mais alto do pódio e as melhores marcas nas três modalidades. Além do Brasil, participam Argentina,
Colômbia, Estados Unidos, México, Namíbia e Venezuela.
ETAPA NACIONAL DO CIRCUITO LOTERIAS CAIXA BRASIL PARAOLÍMPICO DE ATLETISMO, HALTEROFILISMO E NATAÇÃO
Sábado, 28: das 7h30 às 18h
Domingo, 29: das 7h30 às 12h
LOCAIS DE PROVAS
ATLETISMO
Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa
Av. Ibirapuera, 1315 - Vila Clementino
NATAÇÃO
Sport Club Corinthians Paulista
Rua São Jorge, 777 - Parque São Jorge
HALTEROFILISMO
Novotel Jaraguá
Salas Julio Mesquita e Menotti Del Picchia
Rua Martins Fontes, 71 – Bela Vista
Fonte:
CPB
Atletas de ponta dão palestra em Cumbica, São Paulo
As vésperas da segunda etapa do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação, os medalhistas Yohansson do Nascimento Ferreira,
Thiago Barbosa de Souza e Phelipe Andrew Rodrigues deram uma palestra sobre o atletismo e a natação paraolímpica para mais de 50 pessoas, na Agência da Caixa de
Cumbica, São Paulo.
Recém chegado do Mundial de Natação Paraolímpica, que ocorreu em Eindhoven, na Holanda, Phelipe Andrews Rodrigues (S10), contou das conquistas no esporte e do início
na carreira. Na última semana, ele ganhou três medalhas, sendo uma prata (revezamento) e dois bronzes (50m e 100m livres).
Com má formação congênita no pé, aos seis meses Phelipe passou por duas cirurgias. Por recomendação de seu fisioterapeuta, ingressou na natação.
“Caí na piscina aos oito meses de idade. Sempre tive vontade de jogar bola, mas sou perna de pau”, brinca. Phelipe conta que em 2004 nadava com atletas convencionais.
Quatro anos depois, o atleta foi convidado para participar das Paraolimpíadas de Pequim, em 2008, após conquistar o índice em sua primeira prova paraolímpica. Nos
últimos Jogos, Phelipe conquistou duas pratas: nos 50m e 100m.
Depois de conhecerem detalhes da natação paraolímpica, o público conferiu um pouco mais sobre o atletismo. Thiago, que nasceu com as pernas emboladas na cintura,
passou por 12 cirurgias ainda na infância. No esporte, ele encontrou uma forma de melhorar sua mobilidade. Aos 13 anos, Thiaguinho, como é conhecido, decidiu correr
de muletas.
Após a breve experiência, o atleta começou a participar de competições com cadeira de rodas. No início, a cadeira pesava 18 kg. “Atualmente corro com uma de 4 kg.
Essa mudança me ajuda a melhorar minha aerodinâmica. Estou totalmente focado no mundial de atletismo, que vai ocorrer em janeiro, na Nova Zelândia. Thiago, de 20
anos, está na classe T-54 (lesão nos membros inferiores). No Parapan Juvenil da Colômbia, ele levou três ouros.
Para finalizar a palestra, Yohansson, natural de Maceió, explicou ao público que a origem de seu nome foi uma homenagem a um piloto francês. Com 22 anos, o atleta
carrega no currículo duas medalhas paraolímpicas, uma prata e um bronze, nos jogos de Pequim, em 2008.
“Aproveitei o embalo da história do meu nome e já nasci apaixonado por corrida”, brinca. “Nasci sem as duas mãos, mas nunca fui de me queixar, reclamar. Não deixo
de fazer nada por isso. Pelo contrário, sempre sonho mais. Espero abaixar meu tempo e conquistar mais ouros”, finaliza.
Segunda etapa do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico
Phelipe, Thiago e Yohansson continuam em São Paulo até domingo. Os melhores atletas do Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação entrarão em ação este fim
de semana, na segunda etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação.
Serão mais de 700 atletas, de sete países, competindo pelo lugar mais alto do pódio e as melhores marcas nas três modalidades. Além do Brasil, participam Argentina,
Colômbia, Estados Unidos, México, Namíbia e Venezuela.
ETAPA NACIONAL DO CIRCUITO LOTERIAS CAIXA BRASIL PARAOLÍMPICO DE ATLETISMO, HALTEROFILISMO E NATAÇÃO
Sábado, 28: das 7h30 às 18h
Domingo, 29: das 7h30 às 12h
LOCAIS DE PROVAS
ATLETISMO
Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa
Av. Ibirapuera, 1315 - Vila Clementino
NATAÇÃO
Sport Club Corinthians Paulista
Rua São Jorge, 777 - Parque São Jorge
HALTEROFILISMO
Novotel Jaraguá
Salas Julio Mesquita e Menotti Del Picchia
Rua Martins Fontes, 71 – Bela Vista
Fonte:
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Segunda etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico
Segunda etapa do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico
Atletas de ponta dão palestra em Cumbica, São Paulo
As vésperas da segunda etapa do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação, os medalhistas Yohansson do Nascimento Ferreira,
Thiago Barbosa de Souza e Phelipe Andrew Rodrigues deram uma palestra sobre o atletismo e a natação paraolímpica para mais de 50 pessoas, na Agência da Caixa de
Cumbica, São Paulo.
Recém chegado do Mundial de Natação Paraolímpica, que ocorreu em Eindhoven, na Holanda, Phelipe Andrews Rodrigues (S10), contou das conquistas no esporte e do início
na carreira. Na última semana, ele ganhou três medalhas, sendo uma prata (revezamento) e dois bronzes (50m e 100m livres).
Com má formação congênita no pé, aos seis meses Phelipe passou por duas cirurgias. Por recomendação de seu fisioterapeuta, ingressou na natação.
“Caí na piscina aos oito meses de idade. Sempre tive vontade de jogar bola, mas sou perna de pau”, brinca. Phelipe conta que em 2004 nadava com atletas convencionais.
Quatro anos depois, o atleta foi convidado para participar das Paraolimpíadas de Pequim, em 2008, após conquistar o índice em sua primeira prova paraolímpica. Nos
últimos Jogos, Phelipe conquistou duas pratas: nos 50m e 100m.
Depois de conhecerem detalhes da natação paraolímpica, o público conferiu um pouco mais sobre o atletismo. Thiago, que nasceu com as pernas emboladas na cintura,
passou por 12 cirurgias ainda na infância. No esporte, ele encontrou uma forma de melhorar sua mobilidade. Aos 13 anos, Thiaguinho, como é conhecido, decidiu correr
de muletas.
Após a breve experiência, o atleta começou a participar de competições com cadeira de rodas. No início, a cadeira pesava 18 kg. “Atualmente corro com uma de 4 kg.
Essa mudança me ajuda a melhorar minha aerodinâmica. Estou totalmente focado no mundial de atletismo, que vai ocorrer em janeiro, na Nova Zelândia. Thiago, de 20
anos, está na classe T-54 (lesão nos membros inferiores). No Parapan Juvenil da Colômbia, ele levou três ouros.
Para finalizar a palestra, Yohansson, natural de Maceió, explicou ao público que a origem de seu nome foi uma homenagem a um piloto francês. Com 22 anos, o atleta
carrega no currículo duas medalhas paraolímpicas, uma prata e um bronze, nos jogos de Pequim, em 2008.
“Aproveitei o embalo da história do meu nome e já nasci apaixonado por corrida”, brinca. “Nasci sem as duas mãos, mas nunca fui de me queixar, reclamar. Não deixo
de fazer nada por isso. Pelo contrário, sempre sonho mais. Espero abaixar meu tempo e conquistar mais ouros”, finaliza.
Segunda etapa do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico
Phelipe, Thiago e Yohansson continuam em São Paulo até domingo. Os melhores atletas do Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação entrarão em ação este fim
de semana, na segunda etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação.
Serão mais de 700 atletas, de sete países, competindo pelo lugar mais alto do pódio e as melhores marcas nas três modalidades. Além do Brasil, participam Argentina,
Colômbia, Estados Unidos, México, Namíbia e Venezuela.
ETAPA NACIONAL DO CIRCUITO LOTERIAS CAIXA BRASIL PARAOLÍMPICO DE ATLETISMO, HALTEROFILISMO E NATAÇÃO
Sábado, 28: das 7h30 às 18h
Domingo, 29: das 7h30 às 12h
LOCAIS DE PROVAS
ATLETISMO
Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa
Av. Ibirapuera, 1315 - Vila Clementino
NATAÇÃO
Sport Club Corinthians Paulista
Rua São Jorge, 777 - Parque São Jorge
HALTEROFILISMO
Novotel Jaraguá
Salas Julio Mesquita e Menotti Del Picchia
Rua Martins Fontes, 71 – Bela Vista
Fonte:
CPB
Atletas de ponta dão palestra em Cumbica, São Paulo
As vésperas da segunda etapa do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação, os medalhistas Yohansson do Nascimento Ferreira,
Thiago Barbosa de Souza e Phelipe Andrew Rodrigues deram uma palestra sobre o atletismo e a natação paraolímpica para mais de 50 pessoas, na Agência da Caixa de
Cumbica, São Paulo.
Recém chegado do Mundial de Natação Paraolímpica, que ocorreu em Eindhoven, na Holanda, Phelipe Andrews Rodrigues (S10), contou das conquistas no esporte e do início
na carreira. Na última semana, ele ganhou três medalhas, sendo uma prata (revezamento) e dois bronzes (50m e 100m livres).
Com má formação congênita no pé, aos seis meses Phelipe passou por duas cirurgias. Por recomendação de seu fisioterapeuta, ingressou na natação.
“Caí na piscina aos oito meses de idade. Sempre tive vontade de jogar bola, mas sou perna de pau”, brinca. Phelipe conta que em 2004 nadava com atletas convencionais.
Quatro anos depois, o atleta foi convidado para participar das Paraolimpíadas de Pequim, em 2008, após conquistar o índice em sua primeira prova paraolímpica. Nos
últimos Jogos, Phelipe conquistou duas pratas: nos 50m e 100m.
Depois de conhecerem detalhes da natação paraolímpica, o público conferiu um pouco mais sobre o atletismo. Thiago, que nasceu com as pernas emboladas na cintura,
passou por 12 cirurgias ainda na infância. No esporte, ele encontrou uma forma de melhorar sua mobilidade. Aos 13 anos, Thiaguinho, como é conhecido, decidiu correr
de muletas.
Após a breve experiência, o atleta começou a participar de competições com cadeira de rodas. No início, a cadeira pesava 18 kg. “Atualmente corro com uma de 4 kg.
Essa mudança me ajuda a melhorar minha aerodinâmica. Estou totalmente focado no mundial de atletismo, que vai ocorrer em janeiro, na Nova Zelândia. Thiago, de 20
anos, está na classe T-54 (lesão nos membros inferiores). No Parapan Juvenil da Colômbia, ele levou três ouros.
Para finalizar a palestra, Yohansson, natural de Maceió, explicou ao público que a origem de seu nome foi uma homenagem a um piloto francês. Com 22 anos, o atleta
carrega no currículo duas medalhas paraolímpicas, uma prata e um bronze, nos jogos de Pequim, em 2008.
“Aproveitei o embalo da história do meu nome e já nasci apaixonado por corrida”, brinca. “Nasci sem as duas mãos, mas nunca fui de me queixar, reclamar. Não deixo
de fazer nada por isso. Pelo contrário, sempre sonho mais. Espero abaixar meu tempo e conquistar mais ouros”, finaliza.
Segunda etapa do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico
Phelipe, Thiago e Yohansson continuam em São Paulo até domingo. Os melhores atletas do Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação entrarão em ação este fim
de semana, na segunda etapa nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação.
Serão mais de 700 atletas, de sete países, competindo pelo lugar mais alto do pódio e as melhores marcas nas três modalidades. Além do Brasil, participam Argentina,
Colômbia, Estados Unidos, México, Namíbia e Venezuela.
ETAPA NACIONAL DO CIRCUITO LOTERIAS CAIXA BRASIL PARAOLÍMPICO DE ATLETISMO, HALTEROFILISMO E NATAÇÃO
Sábado, 28: das 7h30 às 18h
Domingo, 29: das 7h30 às 12h
LOCAIS DE PROVAS
ATLETISMO
Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa
Av. Ibirapuera, 1315 - Vila Clementino
NATAÇÃO
Sport Club Corinthians Paulista
Rua São Jorge, 777 - Parque São Jorge
HALTEROFILISMO
Novotel Jaraguá
Salas Julio Mesquita e Menotti Del Picchia
Rua Martins Fontes, 71 – Bela Vista
Fonte:
CPB
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