Vídeo Livro Diferenças nas Igualdades
Para coroar o lançamento oficial do livro "Diferenças nas Igualdades", escrito por mim, Fabiana Harumi Sugimori, Juliana dos Santos Giorgi, Mari Gândara e Cleuza Maria de Almeida, estou lançando este vídeo para divulgar nosso livro e alcançar mais pessoas. Ele descreve um pouco de nosso trabalho com relatos alegres, emotivos e divertidos de vidas reais. Diferentes? Não... iguais e com histórias que vão envolver o leitor e fazê-lo descobrir o quanto se identificam com nossas igualdades e diferenças.
Obrigada a todos que colaboraram para que este sonho se tornasse realidade.
As férias estão chegando: que tal saborear uma boa leitura? Também pode ser um ótimo presente para alguém neste Natal!
O livro está à venda na Amazon e no site da Editora Barauna http://www.editorabarauna.com.br/diferencas-nas-igualdades.html. Obrigada SILVIA HUMMEL por fazer este vídeo para mim! Agradeço também a Thais Ferreira Mendonça por fazer a tradução em libras.
Boa leitura para todos!
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segunda-feira, 25 de novembro de 2019
Vídeo Livro Diferenças nas Igualdades
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Me largaram no vestiário
Essa foi boa.
Eu estava participando de um torneio de natação Chamado Somos Iguais que
estava sendo realizado no Ibirapuera. Acabei de nadar e pedi para meu
pai perguntar para uma pessoa da organização se seria possível alguém ir
comigo até o vestiário para me trocar. Chamaram uma moça que estava
ajudando no evento, fomos até o vestiário, ela me levou até um banco que
tinha lá, coloquei minha mochila, pedi para ela me mostrar onde ficavam
os chuveiros,voltei pro banco, peguei minhas coisas e fui tomar banho.
quando fui me trocar, percebi que a pessoa não estava mais lá. Então
pensei:
Alguém deve ter pedido para ela fazer alguma coisa. Ela não me falou
nada porque deve ser coisa rapida e jajá está de volta.
Eu já estava pronta, já tinha guardado tudo na mochila e nada da pessoa
voltar. Nessa hora pensei:
E agora, como vou achar meu pai na arquibancada?
Quem já foi onde ficam as piscinas no Ibirapuera sabe que a arquibancada
é enorme.
Aí lembrei que eu estava com o celular. Liguei pro meu pai e disse:
Pai, vém até a porta do vestiário porque a pessoa que estava comigo não
está aqui. Tive sorte de naquela época meu pai e eu já estarmos usando
celular, se não eu ia ter que sair procurando alguém que o conhecia
pra me ajudar a acha-lo. Em último caso eu iria pedir para alguém me
levar até a mesa de som pra anunciarem rs.
A pessoa podia pelo menos ter avisado que não ia ficar me esperando né!
Abraços a todos
Eu estava participando de um torneio de natação Chamado Somos Iguais que
estava sendo realizado no Ibirapuera. Acabei de nadar e pedi para meu
pai perguntar para uma pessoa da organização se seria possível alguém ir
comigo até o vestiário para me trocar. Chamaram uma moça que estava
ajudando no evento, fomos até o vestiário, ela me levou até um banco que
tinha lá, coloquei minha mochila, pedi para ela me mostrar onde ficavam
os chuveiros,voltei pro banco, peguei minhas coisas e fui tomar banho.
quando fui me trocar, percebi que a pessoa não estava mais lá. Então
pensei:
Alguém deve ter pedido para ela fazer alguma coisa. Ela não me falou
nada porque deve ser coisa rapida e jajá está de volta.
Eu já estava pronta, já tinha guardado tudo na mochila e nada da pessoa
voltar. Nessa hora pensei:
E agora, como vou achar meu pai na arquibancada?
Quem já foi onde ficam as piscinas no Ibirapuera sabe que a arquibancada
é enorme.
Aí lembrei que eu estava com o celular. Liguei pro meu pai e disse:
Pai, vém até a porta do vestiário porque a pessoa que estava comigo não
está aqui. Tive sorte de naquela época meu pai e eu já estarmos usando
celular, se não eu ia ter que sair procurando alguém que o conhecia
pra me ajudar a acha-lo. Em último caso eu iria pedir para alguém me
levar até a mesa de som pra anunciarem rs.
A pessoa podia pelo menos ter avisado que não ia ficar me esperando né!
Abraços a todos
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natação
Me largaram no vestiário
Essa foi boa.
Eu estava participando de um torneio de natação Chamado Somos Iguais que
estava sendo realizado no Ibirapuera. Acabei de nadar e pedi para meu
pai perguntar para uma pessoa da organização se seria possível alguém ir
comigo até o vestiário para me trocar. Chamaram uma moça que estava
ajudando no evento, fomos até o vestiário, ela me levou até um banco que
tinha lá, coloquei minha mochila, pedi para ela me mostrar onde ficavam
os chuveiros,voltei pro banco, peguei minhas coisas e fui tomar banho.
quando fui me trocar, percebi que a pessoa não estava mais lá. Então
pensei:
Alguém deve ter pedido para ela fazer alguma coisa. Ela não me falou
nada porque deve ser coisa rapida e jajá está de volta.
Eu já estava pronta, já tinha guardado tudo na mochila e nada da pessoa
voltar. Nessa hora pensei:
E agora, como vou achar meu pai na arquibancada?
Quem já foi onde ficam as piscinas no Ibirapuera sabe que a arquibancada
é enorme.
Aí lembrei que eu estava com o celular. Liguei pro meu pai e disse:
Pai, vém até a porta do vestiário porque a pessoa que estava comigo não
está aqui. Tive sorte de naquela época meu pai e eu já estarmos usando
celular, se não eu ia ter que sair procurando alguém que o conhecia
pra me ajudar a acha-lo. Em último caso eu iria pedir para alguém me
levar até a mesa de som pra anunciarem rs.
A pessoa podia pelo menos ter avisado que não ia ficar me esperando né!
Abraços a todos
Eu estava participando de um torneio de natação Chamado Somos Iguais que
estava sendo realizado no Ibirapuera. Acabei de nadar e pedi para meu
pai perguntar para uma pessoa da organização se seria possível alguém ir
comigo até o vestiário para me trocar. Chamaram uma moça que estava
ajudando no evento, fomos até o vestiário, ela me levou até um banco que
tinha lá, coloquei minha mochila, pedi para ela me mostrar onde ficavam
os chuveiros,voltei pro banco, peguei minhas coisas e fui tomar banho.
quando fui me trocar, percebi que a pessoa não estava mais lá. Então
pensei:
Alguém deve ter pedido para ela fazer alguma coisa. Ela não me falou
nada porque deve ser coisa rapida e jajá está de volta.
Eu já estava pronta, já tinha guardado tudo na mochila e nada da pessoa
voltar. Nessa hora pensei:
E agora, como vou achar meu pai na arquibancada?
Quem já foi onde ficam as piscinas no Ibirapuera sabe que a arquibancada
é enorme.
Aí lembrei que eu estava com o celular. Liguei pro meu pai e disse:
Pai, vém até a porta do vestiário porque a pessoa que estava comigo não
está aqui. Tive sorte de naquela época meu pai e eu já estarmos usando
celular, se não eu ia ter que sair procurando alguém que o conhecia
pra me ajudar a acha-lo. Em último caso eu iria pedir para alguém me
levar até a mesa de som pra anunciarem rs.
A pessoa podia pelo menos ter avisado que não ia ficar me esperando né!
Abraços a todos
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
Cumprimentei o espelho
Eu estava com mais 2 amigas deficientes visuais almoçando no hotel em
uma das competições que participei. As 3 estavam hospedadas no mesmo
quarto. Acabamos de almoçar e estavamos procurando alguém para nos
ajudar a sair dali para irmos para o quarto. Um amigo nosso também
deficiente visual que enxerga um pouco mais que as 3 nos viu e disse:
Querem ajuda?
Nós: sim, por favor, queremos ir para o nosso quarto.
amigo: então vém comigo que eu levo vocês.
Estavamos andando e nosso amigo viu uma pessoa na frente dele e disse
oi.
Ele virou para nós e disse:
Pocha, eu disse oi e a pessoa nem me respondeu.
Logo em seguida ele riu e disse:
Nossa! Não era ninguém, cumprimentei o espelho.
Nós 4 começamos a rir.
É muito gostoso relembrar desses momentos engraçados que passamos.
Abraços a todos
uma das competições que participei. As 3 estavam hospedadas no mesmo
quarto. Acabamos de almoçar e estavamos procurando alguém para nos
ajudar a sair dali para irmos para o quarto. Um amigo nosso também
deficiente visual que enxerga um pouco mais que as 3 nos viu e disse:
Querem ajuda?
Nós: sim, por favor, queremos ir para o nosso quarto.
amigo: então vém comigo que eu levo vocês.
Estavamos andando e nosso amigo viu uma pessoa na frente dele e disse
oi.
Ele virou para nós e disse:
Pocha, eu disse oi e a pessoa nem me respondeu.
Logo em seguida ele riu e disse:
Nossa! Não era ninguém, cumprimentei o espelho.
Nós 4 começamos a rir.
É muito gostoso relembrar desses momentos engraçados que passamos.
Abraços a todos
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Cumprimentei o espelho
Eu estava com mais 2 amigas deficientes visuais almoçando no hotel em
uma das competições que participei. As 3 estavam hospedadas no mesmo
quarto. Acabamos de almoçar e estavamos procurando alguém para nos
ajudar a sair dali para irmos para o quarto. Um amigo nosso também
deficiente visual que enxerga um pouco mais que as 3 nos viu e disse:
Querem ajuda?
Nós: sim, por favor, queremos ir para o nosso quarto.
amigo: então vém comigo que eu levo vocês.
Estavamos andando e nosso amigo viu uma pessoa na frente dele e disse
oi.
Ele virou para nós e disse:
Pocha, eu disse oi e a pessoa nem me respondeu.
Logo em seguida ele riu e disse:
Nossa! Não era ninguém, cumprimentei o espelho.
Nós 4 começamos a rir.
É muito gostoso relembrar desses momentos engraçados que passamos.
Abraços a todos
uma das competições que participei. As 3 estavam hospedadas no mesmo
quarto. Acabamos de almoçar e estavamos procurando alguém para nos
ajudar a sair dali para irmos para o quarto. Um amigo nosso também
deficiente visual que enxerga um pouco mais que as 3 nos viu e disse:
Querem ajuda?
Nós: sim, por favor, queremos ir para o nosso quarto.
amigo: então vém comigo que eu levo vocês.
Estavamos andando e nosso amigo viu uma pessoa na frente dele e disse
oi.
Ele virou para nós e disse:
Pocha, eu disse oi e a pessoa nem me respondeu.
Logo em seguida ele riu e disse:
Nossa! Não era ninguém, cumprimentei o espelho.
Nós 4 começamos a rir.
É muito gostoso relembrar desses momentos engraçados que passamos.
Abraços a todos
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terça-feira, 27 de julho de 2010
Ela está dormindo?
Hoje eu estava lembrando de uma situação que aconteceu quando eu tinha
uns 12 anos mais ou menos. Estava no carro com minha mãe, eu estava no banco
da frente do passageiro e o vidro do meu lado estava um pouco aberto.
Paramos em um semáforo, veio uma pessoa entregar aqueles
panfletos e eu nem tinha percebido. Minha mãe viu e pegou o panfleto.
A pessoa olhou para minha mãe e disse:
Ela está dormindo?
Minha mãe: Não, ela não enxerga.
Na hora, eu achei engraçado.
Cada uma que acontece com agente rs.
Abraços a todos
uns 12 anos mais ou menos. Estava no carro com minha mãe, eu estava no banco
da frente do passageiro e o vidro do meu lado estava um pouco aberto.
Paramos em um semáforo, veio uma pessoa entregar aqueles
panfletos e eu nem tinha percebido. Minha mãe viu e pegou o panfleto.
A pessoa olhou para minha mãe e disse:
Ela está dormindo?
Minha mãe: Não, ela não enxerga.
Na hora, eu achei engraçado.
Cada uma que acontece com agente rs.
Abraços a todos
Ela está dormindo?
Hoje eu estava lembrando de uma situação que aconteceu quando eu tinha
uns 12 anos mais ou menos. Estava no carro com minha mãe, eu estava no banco
da frente do passageiro e o vidro do meu lado estava um pouco aberto.
Paramos em um semáforo, veio uma pessoa entregar aqueles
panfletos e eu nem tinha percebido. Minha mãe viu e pegou o panfleto.
A pessoa olhou para minha mãe e disse:
Ela está dormindo?
Minha mãe: Não, ela não enxerga.
Na hora, eu achei engraçado.
Cada uma que acontece com agente rs.
Abraços a todos
uns 12 anos mais ou menos. Estava no carro com minha mãe, eu estava no banco
da frente do passageiro e o vidro do meu lado estava um pouco aberto.
Paramos em um semáforo, veio uma pessoa entregar aqueles
panfletos e eu nem tinha percebido. Minha mãe viu e pegou o panfleto.
A pessoa olhou para minha mãe e disse:
Ela está dormindo?
Minha mãe: Não, ela não enxerga.
Na hora, eu achei engraçado.
Cada uma que acontece com agente rs.
Abraços a todos
domingo, 6 de junho de 2010
Sorvete de pavê
Olá pessoal, hoje vou contar algo bem engraçado que aconteceu em uma de
minhas viagens.
Eu participava de um grupo de dança, e as vezes eramos convidadas a se
apresentar em alguns festivais. Numa destas viagens, estávamos em 3
pessoas. Nossa professora, minha amiga e eu. Minha amiga também é cega.
Em uma noite que estávamos sem o que fazer, resolvemos ir em uma
sorveteria. Era self service. Nossa professora foi lendo os sabores para
nós e fomos escolhendo o que queríamos. Eu resolvi pegar um pouco de
sorvete de pavê. Sentamos, tomamos o sorvete e voltamos para o hotel.
quando estávamos entrando no hotel, minha amiga chega para mim e
pergunta:
E aí, fez efeito?
eu: Efeito de que?
Minha amiga: ué, você não tomou sorvete pa vê?
eu: A sim, só vai fazer efeito daqui 24 horas.
Nossa professora que estava observando a conversa, logo que ouviu
aquilo, parou no meio do saguão do hotel e começou a dar risada. Minha
amiga e eu, uma olhou para a outra e começamos a rir também.
Toda vez que como ou tomo sorvete de pavê lembro dessa história rs.
Abraços a todos
minhas viagens.
Eu participava de um grupo de dança, e as vezes eramos convidadas a se
apresentar em alguns festivais. Numa destas viagens, estávamos em 3
pessoas. Nossa professora, minha amiga e eu. Minha amiga também é cega.
Em uma noite que estávamos sem o que fazer, resolvemos ir em uma
sorveteria. Era self service. Nossa professora foi lendo os sabores para
nós e fomos escolhendo o que queríamos. Eu resolvi pegar um pouco de
sorvete de pavê. Sentamos, tomamos o sorvete e voltamos para o hotel.
quando estávamos entrando no hotel, minha amiga chega para mim e
pergunta:
E aí, fez efeito?
eu: Efeito de que?
Minha amiga: ué, você não tomou sorvete pa vê?
eu: A sim, só vai fazer efeito daqui 24 horas.
Nossa professora que estava observando a conversa, logo que ouviu
aquilo, parou no meio do saguão do hotel e começou a dar risada. Minha
amiga e eu, uma olhou para a outra e começamos a rir também.
Toda vez que como ou tomo sorvete de pavê lembro dessa história rs.
Abraços a todos
Sorvete de pavê
Olá pessoal, hoje vou contar algo bem engraçado que aconteceu em uma de
minhas viagens.
Eu participava de um grupo de dança, e as vezes eramos convidadas a se
apresentar em alguns festivais. Numa destas viagens, estávamos em 3
pessoas. Nossa professora, minha amiga e eu. Minha amiga também é cega.
Em uma noite que estávamos sem o que fazer, resolvemos ir em uma
sorveteria. Era self service. Nossa professora foi lendo os sabores para
nós e fomos escolhendo o que queríamos. Eu resolvi pegar um pouco de
sorvete de pavê. Sentamos, tomamos o sorvete e voltamos para o hotel.
quando estávamos entrando no hotel, minha amiga chega para mim e
pergunta:
E aí, fez efeito?
eu: Efeito de que?
Minha amiga: ué, você não tomou sorvete pa vê?
eu: A sim, só vai fazer efeito daqui 24 horas.
Nossa professora que estava observando a conversa, logo que ouviu
aquilo, parou no meio do saguão do hotel e começou a dar risada. Minha
amiga e eu, uma olhou para a outra e começamos a rir também.
Toda vez que como ou tomo sorvete de pavê lembro dessa história rs.
Abraços a todos
minhas viagens.
Eu participava de um grupo de dança, e as vezes eramos convidadas a se
apresentar em alguns festivais. Numa destas viagens, estávamos em 3
pessoas. Nossa professora, minha amiga e eu. Minha amiga também é cega.
Em uma noite que estávamos sem o que fazer, resolvemos ir em uma
sorveteria. Era self service. Nossa professora foi lendo os sabores para
nós e fomos escolhendo o que queríamos. Eu resolvi pegar um pouco de
sorvete de pavê. Sentamos, tomamos o sorvete e voltamos para o hotel.
quando estávamos entrando no hotel, minha amiga chega para mim e
pergunta:
E aí, fez efeito?
eu: Efeito de que?
Minha amiga: ué, você não tomou sorvete pa vê?
eu: A sim, só vai fazer efeito daqui 24 horas.
Nossa professora que estava observando a conversa, logo que ouviu
aquilo, parou no meio do saguão do hotel e começou a dar risada. Minha
amiga e eu, uma olhou para a outra e começamos a rir também.
Toda vez que como ou tomo sorvete de pavê lembro dessa história rs.
Abraços a todos
domingo, 23 de maio de 2010
Não temos tomada
Olá pessoal, hoje vou contar algo que me aconteceu, parece piada mas não
é.
No começo do ano passado, resolvi me matricular em um cursinho para
poder prestar o concurso Público do TRT. Entrei no site de um dos
cursinhos mais conhecidos daqui de Campinas, vi que estavam formando
turmas para o cursinho que eu estava interessada, e que quem fizesse a
matrícula até aquele dia, teria desconto, não lembro quanto era agora,
mas dava uma boa diferença. Fui com meu pai e meu irmão até o
cursinho. Falei com a recepcionista, pedi informações sobre o curso,
expliquei que eu era deficiente visual e perguntei se eles me
autorizavam a levar o notebook para que eu pudesse anotar as coisas
durante a aula. A recepcionista disse que não teria problemas.
Perguntei: As aulas são de que horas a que horas?
Recepcionista: das 8 ao meio dia.
Bom, pensei, a bateria do meunote só dura 2 horas. Então perguntei:
Será que sería possível vocês me colocarem em um lugar na sala de aula
que seja mais próximo de uma tomada?
A recepcionista disse:
Isso não será possível porque não temos tomada.
Eu: como assim não tem tomada?
Recepcionista: Nossas salas de aula são simples, os professores escrevem
na lousa.
Meu irmão disse: E se ela trouxer uma extensão, vocês não teriam alguma
tomada que ela poderia usar?
Recepcionista: não, infelizmente não possuímos tomada.
Ficamos inconformados com a resposta dela. Meu irmão perguntou: Mas como
funcionam as luzes da escola, o ar condicionado? A recepcionista não
respondeu nada.
Pedi para falar com a pessoa responsável pelo cursinho.
A recepcionista disse que ela não estava lá no momento, mas se eu
quisesse, poderia fazer um requerimento que ela entregaria para a pessoa
e eles entrariam em contato comigo para resolver o problema. Perguntei:
Se eu fizer o requerimento, caso vocês consigam resolver meu problema,
eu posso fazer a matrícula com o desconto que vai até hoje?
Recepcionista: Não, se você quiser o desconto, a matrícula tem que ser
feita até hoje. Bom, resolvi fazer o requerimento e fomos embora. Fiquei
uns 3 dias inconformada com aquela situação. Eu pensava: já fui tentar
fazer alguns cursos e ouvi desculpas do tipo: Você não pode fazer o
curso porque não temos como fazer seu material em braille, você não
vai conseguir acompanhar a turma, não temos professores preparados para
dar aula para você, etc, mas não ter tomada, é sacanagem. Vocês acham
que eles deram alguma satisfação para mim? Que nada, até hoje ninguém
entrou em contato comigo sobre aquele requerimento. Depois fui em um
outro cursinho e consegui me matricular sem problemas. Esse tinha tomada
haha.
Abraços a todos
é.
No começo do ano passado, resolvi me matricular em um cursinho para
poder prestar o concurso Público do TRT. Entrei no site de um dos
cursinhos mais conhecidos daqui de Campinas, vi que estavam formando
turmas para o cursinho que eu estava interessada, e que quem fizesse a
matrícula até aquele dia, teria desconto, não lembro quanto era agora,
mas dava uma boa diferença. Fui com meu pai e meu irmão até o
cursinho. Falei com a recepcionista, pedi informações sobre o curso,
expliquei que eu era deficiente visual e perguntei se eles me
autorizavam a levar o notebook para que eu pudesse anotar as coisas
durante a aula. A recepcionista disse que não teria problemas.
Perguntei: As aulas são de que horas a que horas?
Recepcionista: das 8 ao meio dia.
Bom, pensei, a bateria do meunote só dura 2 horas. Então perguntei:
Será que sería possível vocês me colocarem em um lugar na sala de aula
que seja mais próximo de uma tomada?
A recepcionista disse:
Isso não será possível porque não temos tomada.
Eu: como assim não tem tomada?
Recepcionista: Nossas salas de aula são simples, os professores escrevem
na lousa.
Meu irmão disse: E se ela trouxer uma extensão, vocês não teriam alguma
tomada que ela poderia usar?
Recepcionista: não, infelizmente não possuímos tomada.
Ficamos inconformados com a resposta dela. Meu irmão perguntou: Mas como
funcionam as luzes da escola, o ar condicionado? A recepcionista não
respondeu nada.
Pedi para falar com a pessoa responsável pelo cursinho.
A recepcionista disse que ela não estava lá no momento, mas se eu
quisesse, poderia fazer um requerimento que ela entregaria para a pessoa
e eles entrariam em contato comigo para resolver o problema. Perguntei:
Se eu fizer o requerimento, caso vocês consigam resolver meu problema,
eu posso fazer a matrícula com o desconto que vai até hoje?
Recepcionista: Não, se você quiser o desconto, a matrícula tem que ser
feita até hoje. Bom, resolvi fazer o requerimento e fomos embora. Fiquei
uns 3 dias inconformada com aquela situação. Eu pensava: já fui tentar
fazer alguns cursos e ouvi desculpas do tipo: Você não pode fazer o
curso porque não temos como fazer seu material em braille, você não
vai conseguir acompanhar a turma, não temos professores preparados para
dar aula para você, etc, mas não ter tomada, é sacanagem. Vocês acham
que eles deram alguma satisfação para mim? Que nada, até hoje ninguém
entrou em contato comigo sobre aquele requerimento. Depois fui em um
outro cursinho e consegui me matricular sem problemas. Esse tinha tomada
haha.
Abraços a todos
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cursinho,
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histórias,
preconceito
Não temos tomada
Olá pessoal, hoje vou contar algo que me aconteceu, parece piada mas não
é.
No começo do ano passado, resolvi me matricular em um cursinho para
poder prestar o concurso Público do TRT. Entrei no site de um dos
cursinhos mais conhecidos daqui de Campinas, vi que estavam formando
turmas para o cursinho que eu estava interessada, e que quem fizesse a
matrícula até aquele dia, teria desconto, não lembro quanto era agora,
mas dava uma boa diferença. Fui com meu pai e meu irmão até o
cursinho. Falei com a recepcionista, pedi informações sobre o curso,
expliquei que eu era deficiente visual e perguntei se eles me
autorizavam a levar o notebook para que eu pudesse anotar as coisas
durante a aula. A recepcionista disse que não teria problemas.
Perguntei: As aulas são de que horas a que horas?
Recepcionista: das 8 ao meio dia.
Bom, pensei, a bateria do meunote só dura 2 horas. Então perguntei:
Será que sería possível vocês me colocarem em um lugar na sala de aula
que seja mais próximo de uma tomada?
A recepcionista disse:
Isso não será possível porque não temos tomada.
Eu: como assim não tem tomada?
Recepcionista: Nossas salas de aula são simples, os professores escrevem
na lousa.
Meu irmão disse: E se ela trouxer uma extensão, vocês não teriam alguma
tomada que ela poderia usar?
Recepcionista: não, infelizmente não possuímos tomada.
Ficamos inconformados com a resposta dela. Meu irmão perguntou: Mas como
funcionam as luzes da escola, o ar condicionado? A recepcionista não
respondeu nada.
Pedi para falar com a pessoa responsável pelo cursinho.
A recepcionista disse que ela não estava lá no momento, mas se eu
quisesse, poderia fazer um requerimento que ela entregaria para a pessoa
e eles entrariam em contato comigo para resolver o problema. Perguntei:
Se eu fizer o requerimento, caso vocês consigam resolver meu problema,
eu posso fazer a matrícula com o desconto que vai até hoje?
Recepcionista: Não, se você quiser o desconto, a matrícula tem que ser
feita até hoje. Bom, resolvi fazer o requerimento e fomos embora. Fiquei
uns 3 dias inconformada com aquela situação. Eu pensava: já fui tentar
fazer alguns cursos e ouvi desculpas do tipo: Você não pode fazer o
curso porque não temos como fazer seu material em braille, você não
vai conseguir acompanhar a turma, não temos professores preparados para
dar aula para você, etc, mas não ter tomada, é sacanagem. Vocês acham
que eles deram alguma satisfação para mim? Que nada, até hoje ninguém
entrou em contato comigo sobre aquele requerimento. Depois fui em um
outro cursinho e consegui me matricular sem problemas. Esse tinha tomada
haha.
Abraços a todos
é.
No começo do ano passado, resolvi me matricular em um cursinho para
poder prestar o concurso Público do TRT. Entrei no site de um dos
cursinhos mais conhecidos daqui de Campinas, vi que estavam formando
turmas para o cursinho que eu estava interessada, e que quem fizesse a
matrícula até aquele dia, teria desconto, não lembro quanto era agora,
mas dava uma boa diferença. Fui com meu pai e meu irmão até o
cursinho. Falei com a recepcionista, pedi informações sobre o curso,
expliquei que eu era deficiente visual e perguntei se eles me
autorizavam a levar o notebook para que eu pudesse anotar as coisas
durante a aula. A recepcionista disse que não teria problemas.
Perguntei: As aulas são de que horas a que horas?
Recepcionista: das 8 ao meio dia.
Bom, pensei, a bateria do meunote só dura 2 horas. Então perguntei:
Será que sería possível vocês me colocarem em um lugar na sala de aula
que seja mais próximo de uma tomada?
A recepcionista disse:
Isso não será possível porque não temos tomada.
Eu: como assim não tem tomada?
Recepcionista: Nossas salas de aula são simples, os professores escrevem
na lousa.
Meu irmão disse: E se ela trouxer uma extensão, vocês não teriam alguma
tomada que ela poderia usar?
Recepcionista: não, infelizmente não possuímos tomada.
Ficamos inconformados com a resposta dela. Meu irmão perguntou: Mas como
funcionam as luzes da escola, o ar condicionado? A recepcionista não
respondeu nada.
Pedi para falar com a pessoa responsável pelo cursinho.
A recepcionista disse que ela não estava lá no momento, mas se eu
quisesse, poderia fazer um requerimento que ela entregaria para a pessoa
e eles entrariam em contato comigo para resolver o problema. Perguntei:
Se eu fizer o requerimento, caso vocês consigam resolver meu problema,
eu posso fazer a matrícula com o desconto que vai até hoje?
Recepcionista: Não, se você quiser o desconto, a matrícula tem que ser
feita até hoje. Bom, resolvi fazer o requerimento e fomos embora. Fiquei
uns 3 dias inconformada com aquela situação. Eu pensava: já fui tentar
fazer alguns cursos e ouvi desculpas do tipo: Você não pode fazer o
curso porque não temos como fazer seu material em braille, você não
vai conseguir acompanhar a turma, não temos professores preparados para
dar aula para você, etc, mas não ter tomada, é sacanagem. Vocês acham
que eles deram alguma satisfação para mim? Que nada, até hoje ninguém
entrou em contato comigo sobre aquele requerimento. Depois fui em um
outro cursinho e consegui me matricular sem problemas. Esse tinha tomada
haha.
Abraços a todos
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preconceito
domingo, 16 de maio de 2010
Você lembra de mim?
Vocês lembram que escrevi uma dica de como lidar com cegos chamada
Adivinhe quem sou eu?
Hoje, lembrei de algo que me aconteceu e se encaixa muito bem na dica
que escrevi.
Quando entrei no pré, conheci uma menina chamada Érica. Nos tornamos
grandes amigas. Tivémos contato até a quinta série, depois ela teve que
mudar de cidade e acabamos perdendo contato. O tempo passou, eu sempre
pensava nela, lembrava dos momentos alegres que passamos juntas, mas
sabia que seria muito difícil voltar a reencontra-la, pois eu não tinha
nem seu telefone nem o endereço. Eu estava no 2º ano da faculdade, fui
com minha amiga Giovana na lanchonete, quando estávamos voltando para a
sala de aula a Giovana disse:
Fabi, uma menina fez sinal para esperarmos que acho que ela quer falar
com você.
Paramos e a menina se aproximou e disse:
Você lembra de mim?
Eu meio sem graça disse:
Não.
Menina: Mas eu lembro de você. Eu sou a Érica que estudou no Batista com
você.
eu mais sem graça ainda disse:
Nossa! Claro que lembro de você, não te reconheci porque sua voz está um
pouco diferente daquela época.
Conversamos mais um tempinho, e no fim ela estava no 1º ano de faculdade
do mesmo curso que eu. Não imaginei que eu ia reencontrá-la depois de
tanto tempo na lanchonete da faculdade. Adorei tê-la reencontrado, fiquei
muito feliz.
Convivi muito tempo com a Érica, mas quando a reencontrei não a
reconheci porque tivemos contato até o começo de nossa adolescência. E
quando entramos na fase da adolescência, além de nosso corpo, a voz
também muda.
Abraços a todos
Adivinhe quem sou eu?
Hoje, lembrei de algo que me aconteceu e se encaixa muito bem na dica
que escrevi.
Quando entrei no pré, conheci uma menina chamada Érica. Nos tornamos
grandes amigas. Tivémos contato até a quinta série, depois ela teve que
mudar de cidade e acabamos perdendo contato. O tempo passou, eu sempre
pensava nela, lembrava dos momentos alegres que passamos juntas, mas
sabia que seria muito difícil voltar a reencontra-la, pois eu não tinha
nem seu telefone nem o endereço. Eu estava no 2º ano da faculdade, fui
com minha amiga Giovana na lanchonete, quando estávamos voltando para a
sala de aula a Giovana disse:
Fabi, uma menina fez sinal para esperarmos que acho que ela quer falar
com você.
Paramos e a menina se aproximou e disse:
Você lembra de mim?
Eu meio sem graça disse:
Não.
Menina: Mas eu lembro de você. Eu sou a Érica que estudou no Batista com
você.
eu mais sem graça ainda disse:
Nossa! Claro que lembro de você, não te reconheci porque sua voz está um
pouco diferente daquela época.
Conversamos mais um tempinho, e no fim ela estava no 1º ano de faculdade
do mesmo curso que eu. Não imaginei que eu ia reencontrá-la depois de
tanto tempo na lanchonete da faculdade. Adorei tê-la reencontrado, fiquei
muito feliz.
Convivi muito tempo com a Érica, mas quando a reencontrei não a
reconheci porque tivemos contato até o começo de nossa adolescência. E
quando entramos na fase da adolescência, além de nosso corpo, a voz
também muda.
Abraços a todos
Você lembra de mim?
Vocês lembram que escrevi uma dica de como lidar com cegos chamada
Adivinhe quem sou eu?
Hoje, lembrei de algo que me aconteceu e se encaixa muito bem na dica
que escrevi.
Quando entrei no pré, conheci uma menina chamada Érica. Nos tornamos
grandes amigas. Tivémos contato até a quinta série, depois ela teve que
mudar de cidade e acabamos perdendo contato. O tempo passou, eu sempre
pensava nela, lembrava dos momentos alegres que passamos juntas, mas
sabia que seria muito difícil voltar a reencontra-la, pois eu não tinha
nem seu telefone nem o endereço. Eu estava no 2º ano da faculdade, fui
com minha amiga Giovana na lanchonete, quando estávamos voltando para a
sala de aula a Giovana disse:
Fabi, uma menina fez sinal para esperarmos que acho que ela quer falar
com você.
Paramos e a menina se aproximou e disse:
Você lembra de mim?
Eu meio sem graça disse:
Não.
Menina: Mas eu lembro de você. Eu sou a Érica que estudou no Batista com
você.
eu mais sem graça ainda disse:
Nossa! Claro que lembro de você, não te reconheci porque sua voz está um
pouco diferente daquela época.
Conversamos mais um tempinho, e no fim ela estava no 1º ano de faculdade
do mesmo curso que eu. Não imaginei que eu ia reencontrá-la depois de
tanto tempo na lanchonete da faculdade. Adorei tê-la reencontrado, fiquei
muito feliz.
Convivi muito tempo com a Érica, mas quando a reencontrei não a
reconheci porque tivemos contato até o começo de nossa adolescência. E
quando entramos na fase da adolescência, além de nosso corpo, a voz
também muda.
Abraços a todos
Adivinhe quem sou eu?
Hoje, lembrei de algo que me aconteceu e se encaixa muito bem na dica
que escrevi.
Quando entrei no pré, conheci uma menina chamada Érica. Nos tornamos
grandes amigas. Tivémos contato até a quinta série, depois ela teve que
mudar de cidade e acabamos perdendo contato. O tempo passou, eu sempre
pensava nela, lembrava dos momentos alegres que passamos juntas, mas
sabia que seria muito difícil voltar a reencontra-la, pois eu não tinha
nem seu telefone nem o endereço. Eu estava no 2º ano da faculdade, fui
com minha amiga Giovana na lanchonete, quando estávamos voltando para a
sala de aula a Giovana disse:
Fabi, uma menina fez sinal para esperarmos que acho que ela quer falar
com você.
Paramos e a menina se aproximou e disse:
Você lembra de mim?
Eu meio sem graça disse:
Não.
Menina: Mas eu lembro de você. Eu sou a Érica que estudou no Batista com
você.
eu mais sem graça ainda disse:
Nossa! Claro que lembro de você, não te reconheci porque sua voz está um
pouco diferente daquela época.
Conversamos mais um tempinho, e no fim ela estava no 1º ano de faculdade
do mesmo curso que eu. Não imaginei que eu ia reencontrá-la depois de
tanto tempo na lanchonete da faculdade. Adorei tê-la reencontrado, fiquei
muito feliz.
Convivi muito tempo com a Érica, mas quando a reencontrei não a
reconheci porque tivemos contato até o começo de nossa adolescência. E
quando entramos na fase da adolescência, além de nosso corpo, a voz
também muda.
Abraços a todos
quinta-feira, 6 de maio de 2010
prova de 100 metros peito
Hoje vou contar para vocês um mico que passei em uma competição.
Até mais ou menos 2001, quando eu participava de competições aqui no
Brasil, em algumas delas eu chegava a nadar 7 provas por dia, era uma
loucura. Em uma destas competições, fui nadar a prova de 100 metros
peito, mas na minha cabeça, eu ia nadar 50 metros peito. Foi dada a
largada da prova, pulei na água, nadei 50 metros, parei, segurei na
borda da piscina, tirei a touca, eu estava certa de que a prova tinha
acabado. Derrepente o cronometrista disse: falta mais 50 metros. Tive
que colocar a touca novamente e nadei os outros 50 metros que estavam
faltando. Mesmo com essa parada, ainda ganhei das meninas que estavam
nadando comigo. Não fui desclassificada porque quando parei não coloquei
os pés no chão. Depois dessa prova o pessoal ficou zuando comigo
dizendo:
Você é boa, mas não precisa humilhar as meninas assim. Eu não sabia onde
enfiar a cara, fiquei muito sem graça.
Abraços a todos.
Até mais ou menos 2001, quando eu participava de competições aqui no
Brasil, em algumas delas eu chegava a nadar 7 provas por dia, era uma
loucura. Em uma destas competições, fui nadar a prova de 100 metros
peito, mas na minha cabeça, eu ia nadar 50 metros peito. Foi dada a
largada da prova, pulei na água, nadei 50 metros, parei, segurei na
borda da piscina, tirei a touca, eu estava certa de que a prova tinha
acabado. Derrepente o cronometrista disse: falta mais 50 metros. Tive
que colocar a touca novamente e nadei os outros 50 metros que estavam
faltando. Mesmo com essa parada, ainda ganhei das meninas que estavam
nadando comigo. Não fui desclassificada porque quando parei não coloquei
os pés no chão. Depois dessa prova o pessoal ficou zuando comigo
dizendo:
Você é boa, mas não precisa humilhar as meninas assim. Eu não sabia onde
enfiar a cara, fiquei muito sem graça.
Abraços a todos.
Marcadores:
competições,
deficientes visuais,
histórias,
natação
prova de 100 metros peito
Hoje vou contar para vocês um mico que passei em uma competição.
Até mais ou menos 2001, quando eu participava de competições aqui no
Brasil, em algumas delas eu chegava a nadar 7 provas por dia, era uma
loucura. Em uma destas competições, fui nadar a prova de 100 metros
peito, mas na minha cabeça, eu ia nadar 50 metros peito. Foi dada a
largada da prova, pulei na água, nadei 50 metros, parei, segurei na
borda da piscina, tirei a touca, eu estava certa de que a prova tinha
acabado. Derrepente o cronometrista disse: falta mais 50 metros. Tive
que colocar a touca novamente e nadei os outros 50 metros que estavam
faltando. Mesmo com essa parada, ainda ganhei das meninas que estavam
nadando comigo. Não fui desclassificada porque quando parei não coloquei
os pés no chão. Depois dessa prova o pessoal ficou zuando comigo
dizendo:
Você é boa, mas não precisa humilhar as meninas assim. Eu não sabia onde
enfiar a cara, fiquei muito sem graça.
Abraços a todos.
Até mais ou menos 2001, quando eu participava de competições aqui no
Brasil, em algumas delas eu chegava a nadar 7 provas por dia, era uma
loucura. Em uma destas competições, fui nadar a prova de 100 metros
peito, mas na minha cabeça, eu ia nadar 50 metros peito. Foi dada a
largada da prova, pulei na água, nadei 50 metros, parei, segurei na
borda da piscina, tirei a touca, eu estava certa de que a prova tinha
acabado. Derrepente o cronometrista disse: falta mais 50 metros. Tive
que colocar a touca novamente e nadei os outros 50 metros que estavam
faltando. Mesmo com essa parada, ainda ganhei das meninas que estavam
nadando comigo. Não fui desclassificada porque quando parei não coloquei
os pés no chão. Depois dessa prova o pessoal ficou zuando comigo
dizendo:
Você é boa, mas não precisa humilhar as meninas assim. Eu não sabia onde
enfiar a cara, fiquei muito sem graça.
Abraços a todos.
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